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COVID-19: Brasil apresenta recorde de diminuição de casos e mortes

Nathan Vieira
·2 minutos de leitura

A pandemia de COVID-19 segue preocupando toda a população. Em meio a isso, começa a aparecer uma luz no fim do túnel: em setembro, houve o maior recorde de diminuição de casos e mortes da doença no Brasil. Entre o primeiro e o último dia do mês de setembro, houve redução de 17,3% nos registros fatais e de 33,7% nos diagnósticos positivos. Enquanto isso, vale relembrar o mês de agosto, que trouxe reduções de 14,6% no primeiro dia e 8,9% no último dia.

A responsável pela realização desses cálculos foi a revista Veja, que usou a metodologia de médias móveis, somando os dados do bloco dos últimos sete dias e dividindo por sete. Dessa forma são atenuados os atrasos de notificações tradicionais aos finais de semana, quando parte das secretarias de saúde está em esquema de plantão e demora a enviar as notificações ao Ministério da Saúde.

A revista ainda acrescenta que o período de estabilidade é determinado quando casos e mortes estão em variação inferior a 15% (para mais ou para menos), e conclui que, em relação às mortes, o país enfrentou sucessivas altas entre março e maio. Junho, julho e agosto apresentaram estabilidade (com aumento de 7,5%, 6,4% nos dois primeiros e queda de 14,6% no terceiro). Já em relação aos diagnósticos, as altas ocorreram de março a julho, passando por estabilidade em agosto (com queda de 8,9% nos registros) e, finalmente, queda em setembro.

Casos e mortes de COVID-19 têm recorde de diminuição no Brasil durante o mês de setembro (Imagem: BlenderTimer /Pixabay)
Casos e mortes de COVID-19 têm recorde de diminuição no Brasil durante o mês de setembro (Imagem: BlenderTimer /Pixabay)

No mês de agosto, uma análise internacional classificou o crescimento da COVID-19 no Brasil como "estável ou crescendo lentamente". Isso porque a taxa de transmissão de da doença, conhecida como taxa R, chegou a 1,01 no meio do mês em questão, segundo estudo da universidade Imperial College, do Reino Unido. Na época, no país, a taxa R diminuiu em relação à semana anterior (estava em 1,08) e vem seguindo esse movimento de queda, o que ainda não indicava a retração da COVID-19.

Fonte: Canaltech

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