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COVID-19 | Anvisa libera importação de matéria-prima para a vacina CoronaVac

Fidel Forato
·2 minuto de leitura

Pensando no futuro do combate à COVID-19, insumos da vacina CoronaVac, ainda em desenvolvimento, poderão ser importados para produção nacional da fórmula contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2). Na quarta-feira (28), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a importação de matéria-prima suficiente para produção de 40 milhões de doses do imunizante, que poderão ser produzidos pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

Em nota, a agência informou que a solicitação de importação da matéria-prima para fabricação da vacina foi feita pelo próprio Instituto Butantan, o responsável pelo estudo clínico nacional de fase 3 do imunizante. No entanto, a CoronaVac — desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac — ainda não tem registro e não está autorizada no Brasil.

“Os estudos ainda estão em andamento e não existe previsão de data para a vacinação”, ressaltou a Anvisa. Enquanto é aguardada a conclusão da pesquisa, o Butantan se movimento para garantir doses necessárias da vacina, caso seja aprovada. Inclusive, na semana passada, a Anvisa liberou a importação de seis milhões de doses do imunizante prontas.

Anvisa libera importação de matéria-prima para a vacina CoronaVac contra a COVID-19 (Imagem: Reprodução/ Governo do Estado de SP)
Anvisa libera importação de matéria-prima para a vacina CoronaVac contra a COVID-19 (Imagem: Reprodução/ Governo do Estado de SP)

Vacina na última etapa de testes

Atualmente, a CoronaVac está na terceira e última fase de testes clínicos com humanos e, recentemente, ampliou o número de voluntários da pesquisa para 13 mil brasileiros, conforme autorização da Anvisa. Para permitir esse acréscimo de participantes, o governo paulista credenciou novos centros de pesquisa na capital para os testes.

Na fase atual, metade dos participantes recebe a vacina e a outra metade, o placebo. Agora, para comprovar a eficácia da vacina, será preciso que pelo menos 61 participantes do estudo, que tomaram placebo, sejam contaminados pelo coronavírus. A partir dessa amostragem, será feita uma comparação estatística com o total dos que receberam a vacina e, eventualmente, também tiveram diagnóstico positivo da COVID-19.

Se o imunizante CoronaVac atingir os índices necessários de eficácia e segurança, sua fórmula será submetida a uma avaliação final da Anvisa para registro e só então a vacina estaria liberada para aplicação na população, promovendo a imunização contra o coronavírus.

Fonte: Canaltech

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