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COVID-19 | 975 cidades brasileiras correm risco de ficar sem kit intubação

Nathan Vieira
·3 minuto de leitura

Nesta sexta-feira (16), a Confederação Nacional de Municípios (CNM) publicou uma pesquisa apontando 975 municípios com risco iminente de ficar sem medicamentos do chamado "kit intubação" para atendimento de pacientes em estado grave de COVID-19, o que representa 33,2% das 2.938 cidades consultadas.

Entre os 2.938 municípios, 190 (6,5%) não responderam à pesquisa e 1.773 (60,3%) disseram que não temiam a falta do kit naquele momento. Para se ter uma ideia, os remédios que integram o kit intubação são usados no uso de suporte ventilatório de pacientes com COVID-19, como anestésicos e neurobloqueadores.

A pesquisa mostrou ainda a preocupação de 391 cidades com a possibilidade de faltar oxigênio, número este correspondente a 13,3% das que foram ouvidas. Não responderam à consulta 63 prefeituras (2,1%) e 2.484 (84,5%) negaram esse risco, pelo menos no momento.

A última pesquisa desse tipo aconteceu na semana passada, apontando o termo do desabastecimento do kit intubação por parte de 1.207 cidades (equivalente a 38,1% das cidades participantes). Ou seja: é um número em queda, mas que não deixa de ser preocupante. Essa pesquisa anterior também apontou o risco da falta de oxigênio em 589 município, o equivalente a 18,7%.

Cidades temem falta de remédios usados no uso de suporte ventilatório de pacientes com COVID-19, como anestésicos e neurobloquedores (Imagem: Pressmaster/Envato Elements)
Cidades temem falta de remédios usados no uso de suporte ventilatório de pacientes com COVID-19, como anestésicos e neurobloquedores (Imagem: Pressmaster/Envato Elements)

Vale perceber que a pesquisa da Confederação Nacional de Municípios também buscou compreender o envio de informações sobre casos e mortes decorrentes da COVID-19. Acontece que entre as 2.938 autoridades municipais ouvidas, 2.317 (78,9%) disseram alimentar os dados no mesmo dia e 563 (19,2%) relataram só conseguir fazer o repasse em dias posteriores. Além disso, entre os municípios que participaram da pesquisa em questão, 413 (14,1%) informaram que só fazem a alimentação dos dados uma vez na semana, e 2.377 (80,9%) afirmaram que realizam o procedimento duas ou mais vezes na semana.

Outro assunto abordado na pesquisa da CNM foi o estoque da segunda dose de vacina: 1.449 municípios (49,3%) confirmaram, enquanto 1.426 (48,5%) negaram. A maioria dos municípios (2.852, equivalente a 97,1% dos participantes) disseram que poderiam aumentar o ritmo de vacinação se recebessem mais doses. Por outro lado, 1.516 (51,6%) disseram que os frascos não estão rendendo as 10 doses, mas 1.338 (45,5%) afirmaram que o recipiente contempla essa quantidade de doses, sim.

Basicamente, as pesquisas são realizadas pela própria CNM, por meio de seu call center, que possui contato com os gestores municipais de todo o país. Dessa forma, os resultados apresentados podem se constituir em um bom cenário da situação em todas as regiões do país.

"A Confederação Nacional de Municípios (CNM) realiza pesquisas diretamente junto aos prefeitos com a periodicidade semanal a fim de acompanhar os temas e os assuntos que mais preocupam os gestores e, assim, seja possível informar a sociedade acerca do que está acontecendo no Brasil em relação ao enfrentamento da pandemia", afirma a confederação, em comunicado que acompanha os resultados da pesquisa.

Fonte: Canaltech

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