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COVID-19 | 25 capitais brasileiras apontam 80% de ocupação das UTIs

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

Já mencionamos, anteriormente, a iminência de um colapso na saúde brasileira — cenário em que hospitais declaram 90% de ocupação nos leitos de UTI. Na última terça-feira (9), uma edição extraordinária do boletim do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontou que dentre as 27 capitais do Brasil, 25 apresentam taxas de ocupação de UTIs para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) de pelo menos 80%, ao que 15 delas apresentam taxas superiores a 90%.

Das capitais brasileiras, as únicas com menos de 80% de ocupação nas UTIs são Belém, com 75%, e Maceió, com 73%. O boletim da Fiocruz informa que apesar da saída do Pará da zona de alerta crítico para a zona intermediária, com a taxa de ocupação caindo de 82% para 75%, não há uma melhoria do quadro geral. Na verdade, é justamente o contrário. Vinte unidades federativas estão na zona de alerta crítica, com 13 delas apresentando taxas superiores a 90%: Rondônia, Acre, Tocantins, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal.

De todas as capitais brasileiras, 25 apontam 80% de ocupação das UTIs. As únicas com menos de 80% são Belém e Maceió (Imagem: Reprodução/Rawpixel)
De todas as capitais brasileiras, 25 apontam 80% de ocupação das UTIs. As únicas com menos de 80% são Belém e Maceió (Imagem: Reprodução/Rawpixel)

Quinze das capitais apontam taxas superiores a 90%. Os números mais preocupantes são: Porto Velho (100%), Rio Branco (99%), Manaus (87%), Boa Vista (80%), Macapá (90%), Palmas (95%), São Luís (94%), Teresina (98%), Fortaleza (96%), Natal (96%), João Pessoa (87%), Recife (85%), Aracajú (86%), Salvador (85%), Belo Horizonte (85%), Vitória (80%), Rio de Janeiro (93%), São Paulo (82%), Curitiba (96%), Florianópolis (97%), Porto Alegre (102%), Campo Grande (106%), Cuiabá (96%), Goiânia (98%) e Brasília (97%).

Segundo o informativo, os pesquisadores anunciam necessidade de ampliar e fortalecer as medidas não-farmacológicas envolvendo distanciamento físico e social, uso de máscaras e higienização das mãos. Nos municípios e estados que já se encontram próximos ou em situação de colapso, a análise destaca a necessidade de adoção de medidas de supressão mais rigorosas de restrição da circulação e das atividades não essenciais. "Além disso, é necessário o reforço da atenção primária e das ações de vigilância, que incluem a testagem oportuna de casos suspeitos e seus contatos", conclui o boletim.

Fonte: Canaltech

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