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COVID-19 | África chama a atenção por sua baixa taxa de casos e mortes

Nathan Vieira
·2 minutos de leitura

Em meio à pandemia, um continente que tem chamado atenção por sua taxa relativamente baixa de mortes e casos é a África, que chegou a atingir o pico dos registros por semana no fim de julho e ter a expectativa de se tornar o novo epicentro da pandemia, mas vem passando por uma diminuição contínua desde então. O continente conta com uma população de 1,2 bilhão de pessoas e registra, até o momento, cerca de 1,5 milhão de casos de COVID-19, segundo dados do Africa Centres for Disease Control and Prevention (CDC África).

Basicamente, o número em questão representa menos de um terço do registrado no Brasil, que tem 210 milhões de habitantes, população seis vezes menor. Sendo assim, a África está com uma taxa de incidência da doença de 125 casos por 100 mil habitantes, enquanto no Brasil a taxa é de 2.258, segundo dados do Ministério da Saúde.

Quanto às mortes, os registros africanos apontam aproximadamente 36 mil, pouco mais do que no estado de São Paulo, que tem população de 46 milhões. Enquanto isso, a taxa de mortalidade por COVID-19 no Brasil está em 67,6 por 100 mil habitantes e a letalidade da doença é de 3%. No Continente Africano, a mortalidade por COVID-19 é de 3 por 100 mil habitantes e a letalidade da doença de 2,4%. Os números mundiais indicam uma taxa de 430,9 por 100 mil habitantes e 12,92 mortes por 100 mil, segundo o Wordometer, com letalidade de 4%.

África chama a atenção por sua baixa taxa de casos de COVID-19 e mortes (Imagem: Gerd Altmann/Pixabay)
África chama a atenção por sua baixa taxa de casos de COVID-19 e mortes (Imagem: Gerd Altmann/Pixabay)

Frente a essas informações, o pesquisador do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cris-Fiocruz) Augusto Paulo Silva reflete que a baixa taxa de contaminação no continente africano pode decorrer de pelo menos quatro fatores: a capacidade de resposta a epidemias, a imunidade da população, afetada por outras doenças, o fator etário (ou seja, a população africana é mais jovem do que a média mundial e a COVID-19 tem demonstrado uma incidência maior entre pessoas mais velhas) e pouca intensidade de comunicação e contato com o exterior.

De acordo com a OMS, foram implantadas com sucesso na região as medidas de saúde pública para “encontrar, testar, isolar e tratar as pessoas com COVID-19, rastrear e colocar em quarentena os seus contatos”.

Fonte: Canaltech

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