Mercado fechado
  • BOVESPA

    102.224,26
    -3.586,99 (-3,39%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.492,52
    -1.132,48 (-2,24%)
     
  • PETROLEO CRU

    68,15
    -10,24 (-13,06%)
     
  • OURO

    1.785,50
    +1,20 (+0,07%)
     
  • BTC-USD

    54.656,82
    -3.253,36 (-5,62%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.365,60
    -89,82 (-6,17%)
     
  • S&P500

    4.594,62
    -106,84 (-2,27%)
     
  • DOW JONES

    34.899,34
    -905,04 (-2,53%)
     
  • FTSE

    7.044,03
    -266,34 (-3,64%)
     
  • HANG SENG

    24.080,52
    -659,64 (-2,67%)
     
  • NIKKEI

    28.751,62
    -747,66 (-2,53%)
     
  • NASDAQ

    16.051,00
    -315,00 (-1,92%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3485
    +0,1103 (+1,77%)
     

Covaxin é menos eficaz contra a variante delta do coronavírus, diz estudo

·1 min de leitura
Profissional de saúde aplica dose da vacina Covaxin em Nova Délhi, na Índia, em 21 de outubro de 2021 (AFP/Prakash SINGH)

A vacina Covaxin, desenvolvida na Índia e bastante utilizada no país, se mostrou menos eficaz do que o previsto contra a covid-19 devido à prevalência da variante delta, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira (23) na revista científica Lancet Infectious Diseases.

A Covaxin foi desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech e obteve a aprovação de urgência por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS) na semana passada. O imunizante está sendo utilizado em 17 países.

A OMS descreveu o fármaco como uma vacina "extremamente adaptada aos países de renda média e baixa devido à facilidade de armazenamento", e cuja eficácia foi de 78% após duas doses administradas em um intervalo de pouco mais de um mês.

Graças a esses resultados, a Covaxin passou a integrar a lista de vacinas contra a covid-19 aprovadas pela OMS, junto com os imunizantes de Pfizer/BioNTech, Moderna, AstraZeneca, Johnson&Johnson, Sinopharm e Sinovac.

Contudo, ao ser distribuída entre a população, a vacina apresentou uma eficácia menor devido à variante delta, que atualmente é a dominante.

Segundo o estudo publicado nesta terça-feira, os dados sugerem que a vacina preveniu a infecção sintomática em metade das pessoas que a receberam, e não em três quartos, como aconteceu nos testes clínicos, que foram realizados entre novembro de 2020 e janeiro de 2021, antes que a variante delta se espalhasse.

jdy/ito/uh/jz/mb/rpr/mvv

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos