Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.380,49
    -948,51 (-0,80%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.126,51
    +442,96 (+0,99%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,86
    +0,09 (+0,17%)
     
  • OURO

    1.852,70
    -2,50 (-0,13%)
     
  • BTC-USD

    32.567,61
    -17,21 (-0,05%)
     
  • CMC Crypto 200

    657,63
    -19,26 (-2,85%)
     
  • S&P500

    3.855,36
    +13,89 (+0,36%)
     
  • DOW JONES

    30.960,00
    -36,98 (-0,12%)
     
  • FTSE

    6.638,85
    -56,22 (-0,84%)
     
  • HANG SENG

    30.159,01
    +711,16 (+2,41%)
     
  • NIKKEI

    28.736,82
    -85,47 (-0,30%)
     
  • NASDAQ

    13.460,75
    -14,75 (-0,11%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6392
    +0,0030 (+0,05%)
     

Covas, Boulos, Russomanno e França se dividem em SP entre fé nos padrinhos, cautela e excesso de otimismo

Dimitrius Dantas, Gustavo Schmitt, Sérgio Roxo e Silvia Amorim e
·2 minuto de leitura
Arte/Agência O Globo

SÃO PAULO — Ao votarem neste domingo, os principais candidatos à prefeitura de São Paulo buscaram ressaltar a força de seus padrinhos políticos. Enquanto Bruno Covas chegou com Doria para votar, depois de uma campanha em que o governador ficou escanteado por conta da rejeição dele, Celso Russomanno reforçou o apoio do presidente Jair Bolsonaro. Por sua vez, Guilherme Boulos, com chances de ir para o segundo turno, evitou confrontar a falta de apoio do PT e de Lula nesta reta final. Ele espera contar com um eventual apoio dos petistas caso chegue à próxima etapa. Já o ex-governador Márcio França destacou sua experiência em contraponto ao candidato Guilherme Boulos.

Seguindo o mesmo tom cauteloso da campanha, o prefeito e candidato à reeleição em São Paulo, Bruno Covas, evitou prognósticos sobre a votação no primeiro turno da eleição. Depois de passar a campanha escondendo o governador João Doria, o prefeito foi ao colégio onde vota ao lado do tucano.

— Estou muito feliz, confiante e animado. Agora a população vai decidir o que acontece. Tudo pode acontecer. Quando a gente entra numa eleição tem que estar preparado para qualquer tipo de resultado — afirmou.

Já Celso Russomanno, ao ser indagado se o apoio do presidente Jair Bolsonaro foi o que ele esperava, disse ter considerado importante.

— Fizemos uma campanha com poucos recursos, dentro das nossas possibilidades. Mas estaremos no segundo turno — afirmou ele, acrescentando ainda que o voto da periferia, onde realizou a maior parte de seus atos de campanha, pode fazer diferença a seu favor.

Após votar na manhã deste domingo, o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, evitou comentar a possibilidade de contar com o apoio do ex-presidente Lula e do PT caso passe para o segundo turno.

Mais cedo, ao votar em São Bernardo, Lula havia afirmado que a decisão do PT de não apoiar Boulos em São Paulo havia sido exclusivamente do candidato Jilmar Tatto. Questionado duas vezes sobre o assunto, Boulos desconversou.

— Não vou comentar segundo turno porque isso seria desrespeito com quem está concorrendo — disse Boulos.

Ao chegar ao local, Boulos foi bastante saudado. As pesquisas mostraram que os eleitores típicos da Zona Oeste são os principais apoiadores do candidato do PSOL.

O ex-governador Márcio França (PSB) votou por volta das 10h30 na Escola Ludovina Peixoto, no Itaim Bibi. França destacou sua experiência em contraponto ao candidato Guilherme Boulos. E brincou que o governador João Dória estaria “acendendo velas” para que ele não fosse ao segundo turno.

— A disputa final será com o Bruno e aí abre essa nova etapa. Eles já sabem disso e estão torcendo todo dia. Eu soube que tem muita vela acesa no Palácio dos Bandeirantes para evitar que a gente vá para o segundo turno. — disse o ex-governador.

Veja: Entrevistas do GLOBO com os candidatos à Prefeitura de São Paulo