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Cortes de gás russo forçam Europa a usar reservas de inverno

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(Bloomberg) -- Os cortes no fornecimento de gás natural da Rússia forçam as concessionárias europeias a recorrer às reservas que normalmente seriam usadas só durante o pico do inverno no início do ano que vem.

Em um dos mais recentes sinais de como a crise de energia da região está piorando, os níveis de armazenamento caíram esta semana pela primeira vez desde meados de abril, quando operadores normalmente começam a recarregar as reservas, segundo dados da Gas Infrastructure Europe. Isso levou os futuros de gás ao maior ganho semanal desde que o Kremlin começou sua guerra contra a Ucrânia.

“Claramente, isso não deveria estar acontecendo na temporada de estocagem”, disse Warren Patterson, chefe de estratégia de commodities do ING. “Isso será inquietante para o mercado e provavelmente manterá os preços pressionados.”

A Rússia cortou o fornecimento para clientes na Itália, Alemanha, França e Áustria, somando-se a reduções menores para outras nações nas últimas semanas. Moscou disse que teve que reduzir a capacidade no gasoduto Nord Stream sob o Mar Báltico por causa de problemas técnicos, mas a Alemanha disse que as reduções foram “motivadas politicamente” com o objetivo de aumentar preços.

Os cortes da Rússia coincidem com uma interrupção em uma grande usina de gás natural liquefeito nos EUA, outra fonte crucial de suprimentos europeus. Isso significa que menos combustível chegará do outro lado do Atlântico por meses.

As instalações de armazenamento da Europa estavam cerca de 52% cheias na terça-feira, com os dados mais recentes mostrando um declínio de um ponto percentual. Ainda assim, elas permanecem perto do nível médio de cinco anos.

“O maior desafio do mercado é avaliar o impacto da desaceleração resultante nas injeções de armazenamento”, disse o analista da BloombergNEF Arun Toora em nota.

A russa Gazprom disse quinta-feira que não vê uma solução “nesse momento” para os problemas do Nord Stream. A Gazprom poderia usar capacidade ociosa em gasodutos que cruzam a Ucrânia para abastecer clientes europeus, mas ainda não optou por isso. O Nord Stream também está programado para uma parada de manutenção anual no próximo mês.

Na pior cenário, com o Nord Stream totalmente fechado, a região não conseguirá atingir os níveis de estoque que a União Europeia exigiu até o início da temporada de aquecimento em novembro, de acordo com a Wood Mackenzie. Isso significa que a região pode ficar completamente sem reservas até janeiro.

Hans Van Cleef, economista sênior de energia do ABN Amro, disse que está “se perguntando se a manutenção anual do Nord Stream significará uma parada completa por mais tempo ou se será retomado depois novamente. O tempo dirá.”

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