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Corrupção no Estado do Rio movimentou R$ 6,1 bilhões em 20 anos, aponta jornal

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Levantamento foi feito em cima de publicações e junto a órgãos de controle Levantamento feito pelo jornal O Globo em publicações e junto a órgãos de controle identificou que esquemas de propinodutos movimentaram, segundo denúncias, mais de R$ 6,1 bilhões desde 1999 em superfaturamento, pagamentos irregulares e lavagem de dinheiro envolvendo autoridades. Com o dinheiro desviado, aponta a reportagem, seria possível acabar a Estação Gávea do metrô da Linha 4 (General Osório-Barra) do Rio, estimada em R$ 1 bilhão, executar o projeto de reurbanização da Rocinha, favela na Zona Sul, anunciado pelo governador afastado Wilson Witzel (R$ 1,5 bilhão), tirar do papel o projeto da Cedae de universalizar o saneamento básico da Baixada de Jacarepaguá, incluindo todas as favelas (R$ 2 bilhões), e até despoluir o Rio Guandu (R$ 1,4 bilhão). Mas o diretor-executivo do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets), Manuel Thedim, destaca que os prejuízos vão muito além do custo corrupção. São como uma bola de neve, diz a reportagem. “A parcela de corrupção existente em um contrato gera dependência do contratante com o contratado. Se fizer exigências, poderá não receber a propina. Pode haver mudança de projeto e prejuízo na qualidade da execução”, analisa Thedim. A expectativa do economista era que, ao longo dos anos, com as denúncias e prisões, a situação melhorasse. No entanto, Wilson Witzel, que assumiu há um ano e meio, é mais um a ser investigado. “Parece que as pessoas perderam a vergonha”, afirma ele. “Não há desenvolvimento sem instituições fortes. Quem quer investir num estado governado por corruptos?”, questionou.