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Corrida pela vacina contra a Covid-19 faz seus primeiros bilionários

O Globo
·2 minuto de leitura

NOVA YORK – Ao menos uma pessoa no mundo já está sentindo os efeitos positivos da corrida pela vacina contra o novo coronavírus. O médico alemão Uğur Şahin, fundador da BioNTech, ingressou na lista das 500 pessoas mais ricas do planeta após sua empresa desenvolver, com a gigante Pfizer, um imunizante contra a doença.

Na quarta-feira, a vacina desenvolvida pelas duas empresas conseguiu aprovação para uso emergencial no Reino Unido. Pedidos semelhantes foram apresentados a autoridades de saúde nos EUA e na União Europeia. Apenas nesta semana, as ações da BioNTech já se valorizaram quase 10%, e ganharam mais de 250% no ano.

Com essa valorização, a fortuna pessoal de Şahin alcançou US$ 5,2 bilhões, dando a ele uma vaga no Índice de Bilionários da Bloomberg. A posição ainda é modesta, no pé da lista, muito distante dos US$ 188 bilhões de Jeff Bezos, fundador da Amazon, e dos US$ 139 bilhões de Elon Musk, que encabeçam o ranking.

De origem turca, Şahin deixou a carreira acadêmica para fundar a BioNTech ao lado de sua esposa, Özlem Türeci, que ocupa o cargo de diretora médica da empresa, e outros sócios. O foco era o desenvolvimento de tratamentos imunoterápicos contra o câncer, mas se voltou para a Covid-19 após o surgimento dos primeiros casos na Europa.

Segundo documentos apresentados pela BioNTech, Şahin controla 18% da companhia, que levantou US$ 150 milhões no IPO realizado ano passado, em Nova York. Ele se junta aos irmãos Strüngmann, Thomas e Andreas, que cofundaram a farmacêutica Hexal AG e são donos de metade da BioNTech, na lista de bilionários da Bloomberg.

A corrida pela vacina contra a Covid-19 também elevou a fortuna de investidores da maior rival da BioNTech, a americana Moderna Inc. No ano, as ações da empresa sediada em Cambridge, Massachusetts, já se valorizaram mais de 650%. O diretor executivo Stéphane Bancel, que controla cerca de 9% da companhia, agora soma fortuna de US$ 4,7 bilhões.