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Coronavírus: Governo Bolsonaro desiste de comprar 3.250 respiradores

Colaboradores Yahoo Notícias
·1 minuto de leitura
BRASILIA, BRAZIL - JULY 15: Brazil's interim Health Minister, Eduardo Pazuello, looks on during the New Legal Framework For Basic Sanitation ceremony with the presence of President Jair Bolsonaro (not in frame) via videoconference amidst the coronavirus (COVID-19) pandemic in Planalto Palace on July 15, 2020 in Brasilia. President Bolsonaro announced July 07 he tested positive for COVID-19 after presenting symptoms. Brazil has over 1.926,000 confirmed positive cases of Coronavirus and 74,133 deaths. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
BRASILIA, BRAZIL - JULY 15: Brazil's interim Health Minister, Eduardo Pazuello, looks on during the New Legal Framework For Basic Sanitation ceremony with the presence of President Jair Bolsonaro (not in frame) via videoconference amidst the coronavirus (COVID-19) pandemic in Planalto Palace on July 15, 2020 in Brasilia. President Bolsonaro announced July 07 he tested positive for COVID-19 after presenting symptoms. Brazil has over 1.926,000 confirmed positive cases of Coronavirus and 74,133 deaths. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)

O Ministério da Saúde desistiu de comprar 3.250 respiradores para equipar os hospitais durante a pandemia de coronavírus. O recuo do governo federal pode virar caso de Justiça.

Segundo o jornal O Globo, a pasta havia encomendado 6.500 ventiladores pulmonares de emergência, batizados de OxyMag, produzidos pela empresa paulista Magnamed.

O governo desembolsou R$ 322,5 milhões para a aquisição dos aparelhos, em abril, com prazo de entrega de até seis meses.

Duas semanas atrás, entretanto, o ministério comunicou à fabricante que mudou de ideia e passou a se interessar apenas com metade dos equipamentos.

A Magnamed, de acordo com a publicação, respondeu que o contrato só permite que o governo reduza o pedido em até 25% (ou 1.625 respiradores).

Caso o Ministério da Saúde insista em reduzir em 50% a compra dos equipamentos, o impasse irá para a Justiça.

Na época, o Ministério da Saúde era comandado por Luiz Henrique Mandetta, que deixou a pasta após embates com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre medidas de distanciamento social para impedir a propagação do novo coronavírus.

Para seu lugar, em 16 de abril, Bolsonaro nomeou Nelson Teich, que pediu demissão menos de um mês após ter assumido o cargo. Desde maio, a pasta é chefiada interinamente pelo general Eduardo Pazuello.