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Coronavírus: Ministério da Saúde divulga dados diferentes de mortes e de casos

Foto: AP Photo/Andre Penner

O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (07) números divergentes sobre a quantidades de mortes e casos confirmados da pandemia do novo coronavírus no país. Ainda não há uma versão oficial da pasta sobre a diferença entre os números.

Inicialmente, o balanço registrava 1.382 novas mortes nas últimas 24h, totalizando 37.312 óbitos. Mais tarde, no entanto, o painel oficial do ministério informava 585 óbitos, o que configuraria um total de 36.455 perdas desde o início da pandemia. A diferença entre os dois informes é de 857 vidas perdidas.

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O número de casos também sofreu mudanças. No primeiro balanço, eram 12.581 casos a mais, totalizando 685.427. No painel, porém, 18.912 casos eram apontados como novos, totalizando 691.758 pessoas infectadas.

Vale lembrar que a mudança na divulgação de dados do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) foi uma das polêmicas dos últimos dias. O presidente foi acusado de querer omitir informações sobre a pandemia.

Até sábado (06) eram 35.930 mortes pela Covid-19 e 672.846 casos confirmados da doença.

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De acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA), o Brasil continua sendo o segundo país com mais casos da doença. Em números absolutos, fica atrás apenas dos Estados Unidos, que têm 1,6 milhão de casos. Em número de mortes, o Brasil é o terceiro país mais afetado, atrás somente dos EUA (106 mil) e do Reino Unido (39 mil).

O ministério - agora sob o comando interino do general Eduardo Pazuello -, porém, tem informado que o número real de casos tende a ser maior, já que são testados apenas os casos graves, de pacientes internados em hospitais, e há casos represados à espera de confirmação.

O Brasil confirmou o primeiro caso de Covid-19 em 26 de fevereiro. Um homem de 61 anos de São Paulo contraiu o coronavírus em viagem à Itália, que tem alta taxa de casos da doença.

A primeira morte foi confirmada 20 dias depois, em 17 de março. O paciente era um homem de 62 anos que tinha diabetes e hipertensão. Ele estava internado na UTI do Hospital Sancta Maggiore Paraíso desde o dia 14 e morreu no dia 16. Ele não tinha histórico de viagem para o exterior.

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