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Coronavírus antecipou o futuro dos pagamentos digitais, diz PayPal

·2 minuto de leitura
Central de atendimento do PayPal, quarta-feira, 17 de julho de 2019 em Chandler, Arizona (AP Photo / Matt York)
Central de atendimento do PayPal, quarta-feira, 17 de julho de 2019 em Chandler, Arizona (AP Photo / Matt York)

No mundo pós-pandemia do novo coronavírus, o dinheiro será o rei... o dinheiro digital, mais precisamente. E para a gigante de pagamentos digitais PayPal, essa nova realidade é uma das principais razões pelas quais suas ações estão agora pairando em torno de um recorde, enquanto a economia global despenca.

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“Eu acho que a covid-19 mudou fundamentalmente alguns comportamentos do consumidor, o que certamente contribui para o nosso benefício. Olhamos para a situação agora - e para todas as reais preocupações pessoais e econômicas em torno do coronavírus - e vemos que a nossa plataforma se tornou mais relevante do que nunca", disse John Rainey, CFO do PayPal, ao Yahoo Finance.

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O medo de contaminação por métodos físicos de pagamento, como dinheiro e cartões de plástico, levou a um boom nos pagamentos digitais. Mas o PayPal não ficou totalmente imune aos efeitos do coronavírus, que levou ao fechamento de dezenas de empresas nos EUA e a uma desaceleração acentuada nos gastos dos consumidores em todo o mundo.

A empresa informou, na noite de quarta-feira, que as vendas líquidas do primeiro trimestre aumentaram 13%, para US$ 4,62 bilhões, comparado com uma taxa de crescimento de 18% no quarto trimestre. O volume total de pagamentos aumentou 19%, para US$ 191 bilhões - no quarto trimestre, cresceu 22%.

A receita operacional não-GAAP (dados contábeis apresentados de forma não oficial) caiu 3% em relação ao ano anterior. A empresa sofreu um prejuízo de US$ 237 milhões nos lucros operacionais devido a um aumento nas reservas de crédito (obrigado, macro desaceleração). O lucro ajustado chegou a 66 centavos de dólar por ação, ao contrário das estimativas de 75 centavos de dólar por ação.

Mas o PayPal fez de tudo para combater as preocupações dos investidores de que os negócios iriam na direção errada em meio a uma recessão global.

A empresa informou que adicionou 7,4 milhões de novas contas líquidas em abril, um aumento de 135% em relação ao ano anterior. O crescimento das vendas voltou a acelerar em abril para 17%. No segundo trimestre, o PayPal prevê novas contas ativas líquidas crescendo de 15 a 20 milhões. No primeiro trimestre, o PayPal adicionou 10 milhões de novas contas ativas líquidas.

Brian Sozzi

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