Mercado abrirá em 1 h 3 min
  • BOVESPA

    122.937,87
    +1.057,05 (+0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.371,98
    +152,72 (+0,31%)
     
  • PETROLEO CRU

    66,60
    +0,33 (+0,50%)
     
  • OURO

    1.869,40
    +1,80 (+0,10%)
     
  • BTC-USD

    45.549,64
    -136,02 (-0,30%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.272,76
    +74,84 (+6,25%)
     
  • S&P500

    4.163,29
    -10,56 (-0,25%)
     
  • DOW JONES

    34.327,79
    -54,34 (-0,16%)
     
  • FTSE

    7.060,15
    +27,30 (+0,39%)
     
  • HANG SENG

    28.593,81
    +399,72 (+1,42%)
     
  • NIKKEI

    28.406,84
    +582,01 (+2,09%)
     
  • NASDAQ

    13.377,00
    +73,50 (+0,55%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4443
    +0,0344 (+0,54%)
     

CoronaVac: terceira dose ou reforço? Saiba a diferença e a opinião do Butantan

Fidel Forato
·3 minuto de leitura

Na terça-feira (13), circulou nas redes sociais a ideia de que a imunização completa contra o coronavírus (SARS-CoV-2) só seria possível com três doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac e pelo Instituto Butantan. Sem as supostas três doses, as pessoas não estariam protegidas contra a COVID-19 — no entanto, apenas duas doses são suficientes, de acordo com os estudos realizados.

A interpretação de que seria necessária uma terceira dose da CoronaVac para a proteção eficaz contra a COVID-19 surgiu após a divulgação do preprint — estudo sem revisão por pares —, durante a coletiva de imprensa na segunda-feira (12). No encontro com jornalistas, o diretor médico de pesquisa clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palacios, levantou a hipótese de uma dose de reforço para ampliar a ação da vacina contra o vírus.

CoronaVac é eficaz contra o coronavírus em apenas duas doses, defende Butantan (Imagem: Reprodução/Microgen/Envato Elements)
CoronaVac é eficaz contra o coronavírus em apenas duas doses, defende Butantan (Imagem: Reprodução/Microgen/Envato Elements)

"Existem grandes preocupações sobre como melhorar a duração da resposta imune, e uma das alternativas que tem sido considerada é uma dose de reforço, seja com a própria CoronaVac, seja com outros imunizantes", afirmou o diretor de pesquisa clínica do Butantan. No entanto, não se trataria necessariamente de uma terceira dose e, sim, um reforço feito, possivelmente, daqui a um ano.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

Nas redes sociais, o Butantan também se posicionou contrário a essa interpretação. "O Butantan esclarece que não será necessária uma terceira dose da vacina contra a COVID-19. Afirmar isso é disseminar fake news. A CoronaVac é segura e eficaz após o ciclo de duas doses e mais 15 dias, conforme apontam vários estudos", defendeu o instituto, de forma taxativa.

Qual é a diferença entre reforço e terceira dose de uma vacina?

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

Por outro lado, o Butantan confirmou que existe, sim, a possibilidade de um reforço. No entanto, este não seria considerado uma terceira dose, já que a composição do imunizante contra a COVID-19 não deve ser a mesma, mas uma atualização feita a partir das novas variantes em circulação do coronavírus. "O que o Butantan estuda é atualização da vacina, com a possibilidade de, no próximo ano, aplicar uma outra dose, em razão das novas cepas e da evolução da doença, como ocorre com a vacina da Influenza", esclareceu.

Conforme citado, o melhor exemplo seria o da vacina contra a gripe. Anualmente, é necessário atualizar a formulação da vacina contra o vírus influenza, já que o agente infeccioso sofre mutações e gera linhagens contra as quais as pessoas não têm anticorpos. Até o momento, o mesmo ocorre com o vírus da COVID-19, como as variantes P.1 (do Amazonas) e P.2 (do Rio de Janeiro).

Vale lembrar que, neste momento, o Sistema Único de Saúde (SUS) já iniciou a campanha nacional de imunização contra a gripe e busca imunizar os grupos prioritários, como pessoas idosos e crianças com menos de 6 anos, por exemplo.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: