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CoronaVac tem 80% de eficácia contra mortes, segundo governo do Chile

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

Nesta sexta-feira (16), o Ministério da Saúde do Chile trouxe à tona os resultados de um estudo sobre a CoronaVac, vacina contra a COVID-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac. Os novos dados apontam 67% de eficácia para prevenir casos sintomáticos de coronavírus e 80% de eficácia para evitar mortes.

A análise aponta, ainda, eficácia de 85% na prevenção da hospitalização derivada de caso grave de COVID-19 e 89% na prevenção da internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Participaram do estudo 10,5 milhões de pessoas, que receberam a vacina entre 2 de fevereiro e 1º de abril deste ano.

O Chile já aplicou pelo menos uma dose do imunizante em 7,6 milhões de pessoas. Mais de cinco milhões receberam duas doses. O objetivo do país em questão é vacinar 80% da população chilena, ou seja, 15,2 milhões de pessoas. Até então, 33,7% dos chilenos foram imunizados com as duas doses.

CoronaVac tem 80% de eficácia contra mortes, segundo Ministério de Saúde do Chile (Imagem: twenty20photos/Envato)
CoronaVac tem 80% de eficácia contra mortes, segundo Ministério de Saúde do Chile (Imagem: twenty20photos/Envato)

Dentre a população chilena vacinada, 90,7% recebeu a CoronaVac, enquanto pouco mais de 9% recebeu a vacina da Pfizer/BioNtech. A campanha de vacinação no Chile teve início em 24 de dezembro, com os profissionais da saúde. Em fevereiro começou a campanha geral, com as pessoas de mais de 90 anos e depois com a redução progressiva da faixa etária.

Dr. Rafael Araos, assessor da Subsecretaria de Saúde Pública do Chile, entregou os resultados do estudo e afirmou: "A ideia mais importante é que o efeito foi estudado em um coorte, ou seja, um grupo de pessoas que são acompanhadas ao longo do tempo e que estão expostas ou não à vacina. Variáveis ​​relevantes foram ajustadas e a ocorrência de eventos nos dois grupos foi comparada".

Já no que diz respeito ao Brasil, no último dia 12, um estudo não revisado por pares apontou uma eficácia de 50,7% para casos sintomáticos, chegando a 62,3% de eficácia sob um intervalo superior a 14 dias entre as duas doses. Além disso, o estudo mencionou que a vacina protege contra as variantes P.1 (de Manaus) e P.2 (Rio de Janeiro). No novo estudo, a vacina tem uma eficácia entre 83,7% e 100% para os casos que requerem assistência médica, superando o que o governo paulista havia anunciado anteriormente para casos moderados: em torno de 77,96%.

Fonte: Canaltech

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