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Coronavírus | Sobreviventes doam plasma para tentar salvar outras pessoas

·2 minuto de leitura

Em meio a tanta preocupação relacionada com essa pandemia de COVID-19, pequenos feixes de luz no fim do túnel mostram casos de pessoas que sobreviveram à doença. E para intensificar um pouco mais as esperanças, a fotógrafa norte-americana Diana Berrent, de 45 anos, que foi diagnosticada em 13 de março e venceu a doença, está doando seu plasma — a parte líquida do sangue que concentra anticorpos após o vírus.

Diana foi a primeira sobrevivente do coronavírus em seu estado a ser submetida a uma análise para ajudar a encontrar um tratamento para a infecção. A eficácia já foi demonstrada por meio de estudos de contra doenças infecciosas como ebola, ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). A FDA, agência americana que regula medicamentos, inclusive aprovou os testes com plasma como tratamento contra o coronavírus.

 O plasma, parte líquida do sangue que concentra anticorpos após o vírus, será utilizado pelos pesquisadores para tratar pacientes
O plasma, parte líquida do sangue que concentra anticorpos após o vírus, será utilizado pelos pesquisadores para tratar pacientes

Cada doação de plasma poderia "salvar três ou quatro vidas", de acordo com o Dr. Eldad Hod, especialista em transfusão de sangue do Hospital Irving da Universidade de Columbia. Basicamente, a ideia consiste em coletar plasma suficiente para os pesquisadores compararem a reação de pessoas que recebem anticorpos de pacientes curados de coronavírus com um grupo controle que terá injetado plasma de pessoas que não sofreram da doença.

Os primeiros plasmas vão para pacientes com COVID-19 que não participam do estudo, mas que foram submetidos a tratamentos ainda ineficazes. Vale observar que os pesquisadores querem testar seu método em pacientes hospitalizados e o tratamento preventivo em ambientes considerados como vulneráveis, como casas de repouso, por exemplo.

Fonte: Canaltech

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