Mercado fechará em 1 h 53 min
  • BOVESPA

    119.474,41
    -587,59 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.978,62
    +111,00 (+0,23%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,25
    -0,10 (-0,16%)
     
  • OURO

    1.782,20
    -10,90 (-0,61%)
     
  • BTC-USD

    53.642,48
    -2.123,91 (-3,81%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.254,91
    +11,85 (+0,95%)
     
  • S&P500

    4.130,68
    -42,74 (-1,02%)
     
  • DOW JONES

    33.765,67
    -371,64 (-1,09%)
     
  • FTSE

    6.938,24
    +42,95 (+0,62%)
     
  • HANG SENG

    28.755,34
    +133,42 (+0,47%)
     
  • NIKKEI

    29.188,17
    +679,62 (+2,38%)
     
  • NASDAQ

    13.721,75
    -197,50 (-1,42%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5589
    -0,1431 (-2,14%)
     

Coronavírus | Fiocruz anuncia descoberta de mutações em variante brasileira

Natalie Rosa
·1 minuto de leitura

Estamos vivendo, possivelmente, o pior período da pandemia da COVID-19, com os números e infecções e óbitos pelo coronavírus crescendo a cada dia. Uma das causas desse aumento é o surgimento de diferentes variantes do SARS-CoV-2, inclusive no Brasil, e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) divulgou novas informações sobre a variante brasileira.

De acordo com a fundação, que conduziu a pesquisa por cerca de nove meses junto à Rede Genômica Fiocruz, a variante brasileira conta com mutações que podem facilitar a contaminação das células humanas pelo vírus, além da multiplicação. Ainda segundo o estudo, foram encontradas alterações na proteína spike, aquela que acaba se prendendo ao coronavírus antes de entrar nas células.

<em>Imagem: Reprodução/ktsimage/Envato</em>
Imagem: Reprodução/ktsimage/Envato

A proteína spike, inclusive, vem sendo estudada desde o início da pandemia, sendo ela usada pelos anticorpos que são desenvolvidos no organismo na hora de combater a infecção pelo coronavírus. Os cientistas envolvidos no estudo deixam claro que ainda não há evidência de que a vacina da COVID-19 não seja eficaz contra a mutação, ainda que os resultados do estudo sugiram que as mutações se espalham pelas células de forma mais fácil, e que mais testes precisam ser realizados.

Os testes foram feitos em amostras de pacientes do Amazonas, Alagoas, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Paraná e Rondônia. No Amazonas, uma amostra mostrou alterações na sequência genética que está relacionada à linhagem B.1.1.28, enquanto quatro amostras da Bahia, uma do Paraná e duas do Alagoas foram caracterizadas como linhagem P1. Em Minas Gerais, uma amostra teve alteração na linhagem P.2 e duas no Maranhão, na linhagem B.1.1.33, que também contavam com a mutação E484K.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: