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Coronavírus circulou pela China dois meses antes do que se imaginava, diz OMS

Natalie Rosa
·1 minuto de leitura

A OMS (Organização Mundial de Saúde) enviou uma equipe à cidade de Wuhan, na China, para investigar as origens do coronavírus. O grupo, composto por especialistas de todo o mundo, começou a fazer as pesquisas no final de janeiro, fazendo algumas visitas importantes, em hospitais e mercados abertos. Agora, os cientistas acabam de revelar uma descoberta importante.

De acordo com a equipe, cerca de 90 pessoas na China foram hospitalizadas com sintomas da COVID-19 meses antes do surto inicial da doença, que começou em um mercado de frutos do mar da cidade. Com a descoberta, que ainda passará por revisão, aumenta a possibilidade de que o SARS-CoV-2 estivesse circulando no país antes do mundo saber da sua existência.

<em>Imagem: Reprodução/Thomas Peter/Reuters</em>
Imagem: Reprodução/Thomas Peter/Reuters

A China rebateu a descoberta e contou aos pesquisadores da OMS que eles testaram 60 destes 90 pacientes e não encontraram sinais de infecção pela COVID-19. No entanto, como já faz mais de um ano desde a primeira contaminação conhecida, a imunidade natural contra o coronavírus pode já ter desaparecido. Os investigadores pediram para que as autoridades façam os testes novamente, mas usando as amostras de sangue coletadas ainda em 2019, que estão preservadas em um banco de sangue.

Caso a descoberta seja confirmada, ela pode significar que o surto em Wuhan começou em outubro de 2019, um mês antes dos casos serem divulgados e dois meses antes das autoridades de Pequim reconhecerem a existência como um surto. O caso explica ainda os relatos de casos em outros países no fim de 2019.

Fonte: Canaltech

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