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Coren-SP envia ofício a Bolsonaro pedindo sanção do piso da enfermagem

*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 07.06.2022 - O presidente Jair Bolsonaro participa de  Cerimônia Brasil pela Vida e pela Família, no Palácio do Planalto. No evento o presidente fez duras críticas ao STF. (Foto: Gabriela Bilo/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 07.06.2022 - O presidente Jair Bolsonaro participa de Cerimônia Brasil pela Vida e pela Família, no Palácio do Planalto. No evento o presidente fez duras críticas ao STF. (Foto: Gabriela Bilo/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Coren-SP (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo) enviou nesta quarta-feira (27) um ofício ao presidente Jair Bolsonaro (PL) pedindo que ele aprove o projeto de lei que estabelece um piso salarial nacional para trabalhadores do setor.

O projeto foi aprovado pela Câmara neste mês e agora aguarda sanção do chefe do Executivo. A proposta prevê um piso mínimo de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos de enfermagem e R$ 2.375 para auxiliares de enfermagem e para parteiras.

No documento enviado a Bolsonaro, o presidente do Coren-SP, James Francisco Pedro dos Santos, diz que a pandemia "evidenciou uma realidade que já era óbvia: sem enfermagem não há saúde".

"Embora o reconhecimento por parte da sociedade tenha sido transmitido por meio de aplausos e homenagens, os profissionais não avaliam que foram valorizados", segue o texto. O ofício cita ainda um estudo realizado pelo conselho entre abril e maio de 2022 com 13 mil participantes.

Segundo o levantamento, mais de três quartos dos profissionais (76,2%) não sentem a valorização da categoria, 38,5% deles relataram mais horas trabalhadas e 26,4% relataram piora nas condições de trabalho nos seis meses anteriores.

O documento também aponta que a enfermagem é uma profissão majoritariamente feminina, com média de idade de 40 anos, sendo 70% delas responsáveis pela principal renda familiar —e, para três quartos desse total, o valor recebido não chega a quatro salários mínimos mensais.

"Essa realidade mostra que as mudanças necessárias serão possíveis por meio de leis e do empenho da classe política", diz o texto. O presidente do Coren-SP ainda cita um abaixo-assinado online a favor do projeto de lei, que já tem mais de 240 mil assinaturas.

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