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Coreia do Norte e Coreia do Sul restabelecem comunicação encerrada há um ano

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Coreia do Norte e a Coreia do Sul restabeleceram os canais de comunicação na manhã desta terça-feira (27), noite de segunda (26), no Brasil, pouco mais de um ano após a interlocução ter sido completamente interrompida. Os líderes dos dois países concordaram em resgatar a confiança e melhorar as relações, segundo o governo do Sul.

Mesmo com o corte nas comunicações, o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, e o ditador norte-coreano, Kim Jong-un, trocaram diversas correspondências desde abril, de acordo com o governo de Seul. Nesta terça, eles se comunicaram por uma das linhas reconstituídas.

Segundo o jornal NK News, a Casa Azul (Executivo do governo sul-coreano) não especificou qual canal de comunicação foi restabelecido. São 48 linhas diretas conhecidas entre os dois países, sendo 9 de uso exclusivo militar.

Moon havia pedido a retomada das comunicações e das negociações, depositando esperanças no presidente dos EUA, Joe Biden, para reiniciar as tratativas destinadas a desmantelar os programas nucleares e de mísseis da Coreia do Norte.

O corte de todos os canais de comunicação --sobretudo militares-- ocorreu por iniciativa do regime do Norte, em junho do ano passado. A decisão foi tomada após desertores lançarem, em direção à Coreia do Norte, panfletos de propaganda contra Pyongyang pela fronteira dos dois países.

O material criticava o regime de direitos humanos e as ambições nucleares do Norte, que responsabilizou Seul por não ter impedido a ação dos opositores. A Coreia do Norte pôs fim à maioria de seus contatos com o sul depois da cúpula fracassada entre Kim e o então presidente americano, Donald Trump, em 2019, em Hanói, que deixou em ponto morto as negociações sobre o programa nuclear norte-coreano.

O corte dos canais de comunicações, no entanto, não chegou a ser literal. "Não é que eles tenham fisicamente cortado a linha e agora estão reconectando", afirmou ao NK News Cha Du-hyeogn, especialista nas relações entre coreanos e americanos no Instituto Asan para Estudos Políticos. "Eles não estavam respondendo por meio da linha existente."

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