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Coral com mais de 400 anos revela a grande resiliência das espécies marinhas

·2 minuto de leitura

Apesar de todas as alterações negativas que os oceanos têm experimentado ao longo dos últimos anos, algumas espécies marinhas se revelam extremamente resilientes. Em um novo estudo, cientistas relatam a descoberta de um coral, do gênero Porites, com cerca de 10,4 metros de diâmetro e mais de 400 anos de idade, localizado na Grande Barreira de Corais da Austrália.

O grande coral, encontrado na costa da Ilha Goolboodi, foi apelidada de “Muga dhambi” (“grande coral”) pelos guardiões indígenas da ilha, do povo Manbarra. Além de sua largura recordista, o coral tem pouco mais de 5 metros de altura, sendo classificado como o sexto coral mais alto da Grande Barreira de Corais.

(Imagem: Reprodução/Adam Smith et al.)
(Imagem: Reprodução/Adam Smith et al.)

O coral foi medido em março deste ano durante uma pesquisa científica nos corais da região, onde os pesquisadores conduziram uma revisão da literatura sobre a espécie, além de comparar o tamanho, a idade e a saúde do Muga dhambi com outros localizados na Grande Barreira e em outros lugares do mundo.

A saúde do coral foi avaliada como muito boa, sendo que mais de 70% de sua cobertura vegetal está viva, além de porcentagens menores de esponjas e microalgas. A equipe também estimou a idade de Muga dhambi entre 421 a 438 anos — anterior à colonização europeia da Austrália. Em seu tempo de vida, o coral já sobreviveu até 80 ciclones e 99 eventos de braqueamento de corais.

(Imagem: Reprodução/Adam Smith et al.)
(Imagem: Reprodução/Adam Smith et al.)

Esta descoberta é encarada como uma injeção de esperança para os recifes de corais de todo o mundo, quando o cenário global aponta para mortes massivas dessas espécies diante do aumento da temperatura dos oceanos. “Saber que essas coisas [como Muga dhambi] existem, e têm persistido por muito tempo, ajuda a fornecer um sentimento renovado de esperança para o futuro”, diz Nathan Cook, cientista marinho da Reef Ecologic e co-autor da pesquisa.

O estudo foi publicado em 19 de agosto deste ano, na Scientific Reports.

Fonte: Canaltech

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