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Copom quer ouvir economistas sobre preços de educação e passagens aéreas

Estevão Taiar
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Em um questionário, o colegiado do BC pergunta quais são as projeções para os dois itens até o fim do ano que vem O Comitê de Política Monetária (Copom) quer conhecer melhor a avaliação dos economistas a respeito da trajetória dos preços de educação e passagens aéreas até 2021. No questionário enviado nesta sexta-feira a instituições financeiras, economistas e agentes do mercado em geral, o colegiado pergunta para os analistas quais são as projeções para os dois itens até o fim do ano que vem. Pixabay Outros itens que ficaram fora do questionário de junho e que estão presentes no atual são: taxa de variação do rendimento efetivo real de todos os trabalhos, exportações e importações, sempre até 2021. Em relação à política fiscal, o colegiado do Banco Central (BC) deu preferência a projeções mais longas, questionando qual a estimativa dos agentes para a dívida bruta do governo geral e a dívida líquida do setor público até 2029. No relatório anterior, as projeções pedidas pelo BC iam até 2026. Em sentido oposto, o Copom parou de perguntar a respeito das estimativas para o desempenho do crédito até 2021, da taxa de juros neutra (aquela que permite o máximo de crescimento econômico sem acelerar a inflação) e a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) potencial. O colegiado se reúne nos dias 4 e 5 de agosto para decidir a respeito da taxa básica de juros da economia, atualmente em 2,25% ao ano.