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Copom eleva Selic a 3,5% e anuncia que haverá novas altas

·1 minuto de leitura
Selic tem segundo aumento consecutivo

O Banco Central do Brasil (BCB) elevou nesta quarta-feira (5) pela segunda vez consecutiva sua taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 3,5%, e informou que prevê elevá-la novamente em junho para conter a inflação, em alta apesar da desaceleração econômica provocada pela pandemia.

A decisão, aprovada por unanimidade dos nove membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do BCB, coincide com o esperado pelos analistas.

O BCB elevou em março pela primeira vez em seis anos a taxa Selic, de seu mínimo histórico de 2% a 2,75%; e informou que abria um ciclo de "normalização parcial" a fim de evitar que a inflação, em alta pronunciada nos últimos meses, saia de controle.

Em seu comunicado, o Copom informou que "prevê a continuação do processo de normalização parcial do estímulo monetário com outro ajuste da mesma magnitude" em sua próxima reunião dos dias 15 e 16 de junho.

E advertiu que poderia apertar ainda mais os parafusos de sua política monetária, visto que "os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar o cumprimento da meta de inflação".

A meta inflacionária do BCB para 2021 é de 3,75% com margem de tolerância que pode chegar a 5,25%. Mas o aumento de preços acumulado em doze meses chegou em março a 6,10%.

A previsão de inflação para este ano passou, assim, de 3,34% em janeiro, para 5,04%, segundo a pesquisa semanal Focus de expectativas de mercado, realizada pelo BCB.

js/mr/mvv