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Copom define taxa básica de juros nesta semana

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***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF: Fachada do Banco Central, em Brasília. (Foto: Sérgio Lima/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF: Fachada do Banco Central, em Brasília. (Foto: Sérgio Lima/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Copom (Comitê de Política Monetária), do BC (Banco Central), realiza nesta terça (7) e quarta-feira (8) a última reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Atualmente, a taxa está em 7,75% ao ano.

Com a alta da inflação, a expectativa do mercado financeiro, consultado pelo BC, é que os juros básicos subam 1,5 ponto percentual para 9,25% ao ano. O atual ciclo de alta da Selic começou em março deste ano, quando a taxa subiu de 2% para 2,75% ao ano. As informações são da Agência Brasil.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) e serve de referência para as demais taxas da economia. É o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.

O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto –comprando e vendendo títulos públicos federais– para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Para 2021, a meta de inflação, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior é 5,25%.

Segundo os últimos dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA ficou em 10,67%, no resultado acumulado de 12 meses encerrados em outubro deste ano.

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