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Controlar vendas de chips para China não funciona, diz ASML

Debby Wu
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Além de ser uma medida ineficaz para deter seu progresso tecnológico, controlar as exportações para a China também prejudicará a economia dos Estados Unidos, disse o diretor-presidente da ASML, Peter Wennink, em referência às tensões comerciais entre os governos de Washington e Pequim que resultaram em restrições para a venda de equipamentos avançados de chips da fabricante holandesa para empresas chinesas.

“Acredito que controles de exportação não são a maneira certa de gerenciar riscos econômicos se você determinar que existe um risco econômico”, disse Wennink durante evento online do setor na quarta-feira, argumentando que privar a China do acesso à tecnologia também “custará às economias não chinesas muitos empregos e muita renda”.

Ainda levará muito tempo para a China desenvolver equipamentos e tecnologia de semicondutores próprios devido à falta de acesso à tecnologia estrangeira, mas empresas não chinesas serão excluídas de um dos maiores mercados de chips, disse Wennink.

Se acordos dos EUA com a China em semicondutores forem completamente suspensos, isso provavelmente custará entre US$ 80 bilhões a US$ 100 bilhões em vendas e 125 mil empregos nos Estados Unidos, acrescentou Wennink, citando estimativas do Departamento de Comércio dos EUA.

A ASML, que tem o monopólio de fato sobre equipamentos avançados de litografia ultravioleta extrema (EUV, na sigla em inglês) usados para fabricar chips de ponta, é fornecedor-chave para a Samsung Electronics e Taiwan Semiconductor Manufacturing Co., mas tem planos de expandir sua presença na China. O governo de Pequim quer desenvolver uma indústria nacional de chips de classe mundial para não depender das importações, uma iniciativa que exigiria máquinas EUV da ASML. Ainda assim, a empresa enfrentou obstáculos para que o governo holandês renovasse a licença para exportar os sistemas para a China em meio às contínuas tensões comerciais.

Wennink disse em janeiro que a ASML não despachou suas máquinas EUV mais novas para a China porque o pedido de licença de exportação ainda não foi liberado, acrescentando que os governos dos Países Baixos, da UE e EUA estão conversando sobre a questão.

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