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Contra o maior rival em grande fase, Vasco tenta quebrar tabu, manter a invencibilidade e confirmar evolução

Felippe Rocha
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É o primeiro Clássico dos Milhões deste ano. Talvez seja o único. Com tamanha diferença nos objetivos de cada um para a temporada, pode não parecer, mas tem coisa importante em jogo para o Vasco: a começar pela manutenção invencibilidade do novo técnico, Marcelo Cabo. E ela vai passar pela atuação diante daquele que pode ser o adversário mais forte que o Cruz-Maltino terá na temporada.

A comparação é triste para o torcedor vascaíno, mas a distância é real. Se o Flamengo conquistou a Supercopa do Brasil há menos de uma semana e é o atual bicampeão brasileiro... é a referência técnica. Mas é claro que estamos falando de um clássico. E é num jogo diferente como os clássicos são que a diferença teoria pode se dissipar.

O Cruz-Maltino se reforçou da última temporada para a atual. A experiência desejada pelo departamento de futebol foi obtida e há quem diga que o time que disputará a Série B do Campeonato Brasileiro é melhor que o que foi rebaixado. Ernando e Zeca vão jogar; Marquinhos Gabriel e Morato também foram titulares no último jogo; Galarza e Gabriel Pec são as melhores notícias dentre os jovens.

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A equipe de Marcelo Cabo tem mostrado evolução jogo a jogo. Primeiro na parte física, depois no entrosamento entre os titulares que eram alternadamente poupados. Falta o encaixe defensivo no jogo aéreo, mas o treinador está invicto até aqui: em oito jogos, três vitórias e cinco empates - as duas derrotas foram com um time sub-22, comandado por Diogo Siston, da equipe de juniores.

A invencibilidade vale pouco se constatado o início de temporada. Mas valerá muito mais se a vitória sobre o maior rival for obtida e o tabu de quase cinco anos sem vencê-lo for quebrado.