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Contaminação de Trump gera incerteza no exterior e afeta Ibovespa

Marcelle Gutierrez
·2 minutos de leitura

Viés negativo em mercados internacionais é amenizado pelo bom desempenho das ações de bancos A incerteza segue como a palavra de ordem do Ibovespa e hoje um novo capítulo foi adicionado: a contaminação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela covid-19. O viés negativo, entretanto, é amenizado pela valorização das ações do setor bancário, que representa mais de 15% do índice. O Ibovespa operava em baixa de 0,87%, aos 94.655 pontos, ao redor de 15h30. Da mínima à máxima, foi dos 94.203 pontos aos 95.996 pontos. No acumulado da semana, até o momento, as perdas estão em 2,5%. Vídeo: Veja o que aconteceu nos mercados ao longo da semana aqui Renda Cidadã detona estresse no mercado O volume financeiro totalizava R$ 13,8 bilhões, com projeção de somar R$ 21,06 bilhões até o fim do dia. A incerteza em torno do rumo das contas públicas e o financiamento do novo programa social, Renda Cidadã, segue no radar. E, hoje, a volatilidade vinda do exterior contribuiu para deixar os investidores ainda mais preocupados. “Das mil possibilidades que isso pode ter [contaminação do Trump], os investidores preferem adotar uma postura mais cautelosa naturalmente”, explica um gestor, que prefere não ser identificado. Daniel Herrera, analista da Toro Investimentos, concorda que essa volatilidade vinda do exterior é o principal fator que afeta o Ibovespa hoje, já pressionado pelas preocupações com o fiscal. “As eleições americanas vinham cheias de incertezas e a covid do Trump dificulta a situação dele, que já vinha atrás nas pesquisas. Comícios, que são muito importantes, não vão acontecer e ele pode intensificar o discurso de fraude”, diz. Em Nova York, Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 operam entre altas e baixas. “O Ibovespa estaria pior se não fossem os bancos”, afirma Herrera. De fato, os bancos se destacam entre as maiores altas do índice. Santander units aumentava 2,65%, Bradesco PN (1,62%), Bradesco ON (1,41%), Banco do Brasil ON (0,74%) e Itaú Unibanco PN (0,98%). O setor é um dos mais penalizados em 2020, com desvalorizações de cerca de 40%. “É um setor que já estava descontado e investidores começam a olhar quais empresas dentro do índice tem uma oportunidade”, acrescenta Herrera. Além disso, duas notícias são favoráveis ao setor. A primeira é que o Banco Central (BC) estendeu de dezembro de 2020 para abril de 2021 a alíquota temporária de 17% de compulsório sobre recursos a prazo. Além disso, a alíquota a partir de abril de 2021 passa de 25% para 20%. Já outra notícia é a medida provisória que amplia a margem de empréstimo consignado a aposentados para até 40% do benefício do INSS. Já na ponta negativa, destaque para as petroleiras, que acompanham a baixa de mais de 3% do petróleo. Petrobras ON cedia 2,71%, Petrobras PN (-2,82%) e Petrorio ON (-3,15%). bolsa mercado ibovespa Pixabay