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Conta de luz mais cara deve gerar R$ 800 milhões para setor elétrico

·2 min de leitura
  • Projeção considera que arrecadação deve saltar de R$ 1,5 bilhão para aproximadamente R$ 2,3 bilhões;

  • A comparação é feita sobre os meses de julho e junho;

  • Montante se deve ao aumento da tarifa da bandeira vermelha patamar 2 - de R$ 6,24 para R$ 9,49;

Um mês após o anúncio do aumento do valor da bandeira vermelha patamar 2, de R$ 6,24 para R$ 9,49 para cada 100 kWh (quilowatts-hora), o consumidor já vê o impacto da conta de luz no bolso. O reajuste do valor cobrado deve resultar num aumento da ordem de R$ 800 milhões no montante arrecadado pelo setor elétrico por meio do mecanismo de bandeiras no mês de julho em comparação com junho.

No total do montante, deve ir de R$ 1,5 bilhão para aproximadamente R$ 2,3 bilhões. A projeção é da TR Soluções, empresa de tecnologia especializada em tarifas de energia.

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Importante observar que as estimativas foram feitas considerando a capacidade de arrecadação mensal média das bandeiras, e não a arrecadação efetiva por parte das concessionárias, que depende dos ciclos de faturamento de cada uma das empresas.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) reajustou a tarifa da bandeira vermelha nível 2 em junho. A decisão foi de que tarifa deverá ser cobrada nas faturas entre julho e dezembro deste ano. Segundo cálculos estimativos, o brasileiro pode chegar a pagar até R$ 57/mês a partir de julho, quando já começa a vigorar a nova taxa.

A decisão do colegiado contrariou a recomendação da área técnica, que indicou o valor de R$ 11,50 por kWh, que argumenta ser a única forma de garantir equilíbrio entre receitas e o custo de geração da energia, que explodiu devido ao acionamento das termelétricas —muito mais caras.

De acordo com Gilberto Braga, economista e professor do IBMEC, a bandeira tarifária vermelha já havia sido acionada pela ANEEL em junho, com um acréscimo de R$6,24 na tarifa para cada 100 KWH de consumo. Com o reajuste da bandeira tarifária, esse acréscimo na conta de energia passará para R$9,49 a cada 100 KHW.

Para o Yahoo Finanças, ele exemplificou da seguinte maneira: uma família de classe média, ainda que não numerosa, 'gasta' de quatro a seis bandeiras tarifárias, um acréscimo médio de uma bandeira (R$9,49) por cômodo completo da casa com eletrodomésticos e chuveiro. Ou seja, em junho o consumidor arcou com uma tarifa extra de R$ 6.24 x 6 = R$ 37,44 na conta de energia.

Já com o aumento da bandeira tarifária, que passa para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos, o valor do acréscimo passa para R$56,94 na conta. A variação da bandeira vermelha a partir de julho, portanto, além dos R$37,44 pago desde junho, terá um novo de acréscimo médio de R$19,50.

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