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Consumo global de açúcar deve se recuperar em 2020/21, diz Rabobank

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NOVA YORK (Reuters) - O consumo global de açúcar deve avançar 1,9% na temporada 2020/21 (outubro a setembro), depois de uma queda de 1,5% em 2019/20 devido à pandemia de coronavírus, o que tende a compensar parcialmente o aumento esperado para a produção do adoçante, disse o Rabobank nesta quarta-feira.

Em um relatório trimestral sobre o mercado mundial de açúcar, o banco holandês revisou sua estimativa para o balanço de oferta da commodity em 2019/20, reduzindo a projeção de um déficit de 4,3 milhões de toneladas para um déficit de 1 milhão de toneladas, em função do aumento da produção brasileira e da queda na demanda.

Para 2020/21, a instituição espera que o balanço registre um leve excedente de 200 mil toneladas, impulsionado por uma produção de 33,5 milhões de toneladas na Índia, alta de 16% em relação a 2019/20.

O Rabobank, especializado no setor agrícola, manteve sua estimativa para a produção do centro-sul do Brasil em 36,4 milhões de toneladas, enquanto a projeção para a Tailândia foi fixada em 7,8 milhões de toneladas, queda de 10% na comparação anual.

"As revisões que diminuíram nosso déficit previsto para 2019/20 e criaram um pequeno excedente global de açúcar em 2020/21 apontam para um mercado bem suprido nos próximos 12 meses", afirmou o banco.

"Isso, por sua vez, sugere que os preços do açúcar bruto continuarão operando em um intervalo de 11 centavos de dólar a 13 centavos de dólar por libra-peso --com o lado negativo limitado pela paridade do etanol no Brasil e o lado positivo, pela paridade de exportação na Índia", acrescentou.

(Reportagem de Marcelo Teixeira)