Mercado fechará em 2 h 16 min
  • BOVESPA

    101.204,52
    -55,23 (-0,05%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.392,94
    -314,78 (-0,81%)
     
  • PETROLEO CRU

    38,58
    -1,27 (-3,19%)
     
  • OURO

    1.907,10
    +1,90 (+0,10%)
     
  • BTC-USD

    12.877,14
    -272,88 (-2,08%)
     
  • CMC Crypto 200

    256,75
    -6,66 (-2,53%)
     
  • S&P500

    3.384,44
    -80,95 (-2,34%)
     
  • DOW JONES

    27.512,90
    -822,67 (-2,90%)
     
  • FTSE

    5.792,98
    -67,30 (-1,15%)
     
  • HANG SENG

    24.918,78
    +132,68 (+0,54%)
     
  • NIKKEI

    23.494,34
    -22,25 (-0,09%)
     
  • NASDAQ

    11.450,75
    -212,75 (-1,82%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6545
    -0,0094 (-0,14%)
     

Consumo de bens industriais cresce 5,9% em agosto, diz Ipea

NICOLA PAMPLONA
·2 minutos de leitura

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O consumo aparente de bens industriais cresceu 5,9% no Brasil em agosto, uma aceleração em relação aos 3,9% registrados no mês anterior, segundo dados divulgados nesta terça (6) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A alta é maior do que o crescimento da produção medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no mesmo mês, que ficou em 3,2%. No trimestre encerrado em agosto, a demanda por bens industriais cresceu 5,5%, diz o Ipea. Em relação às grandes categorias econômicas, o bom desempenho foi disseminado, diz o Ipea, com destaque para os bens de consumo duráveis, que tiveram alta de 14,2% em relação ao mês anterior. Os bens intermediários cresceram 5,7% e os bens de capital ficaram estagnados. A demanda por bens da indústria de transformação subiu 4,3%. Já a indústria extrativa teve alta de 18,3%, mas sobre uma base menor, já que havia recuado 17,9% no mês anterior. Entre os 22 setores industriais pesquisados, 15 tiveram aumento na demanda. O Ipea destaca os segmentos de veículos e metalurgia, com altas de 18,6% e 12,3%, respectivamente. Os dois estiveram entre os que mais sofreram no início da pandemia. Houve crescimento expressivo também na demanda por produtos de couro (14,4%), vestuário (12,1%), têxteis (11,9%) e petróleo e derivados (9,2%). Entre as quedas, estão basicamente indústrias que não chegaram a sofrer tanto com a pandemia, como farmoquímicos (-5,7%), bebidas (-2,8%) e alimentos (-1,8%). Também experimentaram uma demanda menor os segmentos de fumo (-4,3%) e madeira (-3,8%). Na comparação com agosto de 2019, a demanda por bens industriais no Brasil foi -7,6%% menor, reduzindo a intensidade de queda em relação aos -12,1% do mês anterior. Apenas três segmentos tiveram alta nessa base de comparação: bebidas (12,7%), metal (6,1%) e não-metálicos (2,2%). As piores quedas ocorreram no consumo de veículos (-28,7%), vestuário (-25,7%) e couros (-25,4%), os três segmentos mais afetados pelas restrições à circulação de pessoas durante a pandemia. Em 12 meses, a demanda por bens industriais no Brasil acumula queda de 5,9%. Nesse mesmo período, a produção industrial caiu 5,7%, segundo o IBGE.