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Consumidores dos EUA esperam gastos maiores no ano, mas menos despesas com itens não essenciais

·2 min de leitura
Cliente faz compra em supermercado em Los Angeles, Califórnia, EUA

Por Jonnelle Marte

(Reuters) - Os consumidores dos EUA esperam que seus gastos mensais cresçam acima dos níveis pré-pandemia este ano, mas as pessoas estão se tornando menos propensas a gastar muito com férias e com outros itens não essenciais --sinal de que mais famílias podem estar mais preocupadas com o aumento dos preços, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) de Nova York.

O estudo mostrou que consumidores esperam gastar mais em despesas de subsistência do dia a dia no próximo ano. Mas também mostrou que eles têm se tornado menos propensos a gastar grandes quantias de dinheiro em reparos domésticos, férias, eletrodomésticos e outras compras caras.

"Em contraste, as famílias relatam uma menor probabilidade de fazer grandes compras nos próximos quatro meses, o que aponta para a provável contribuição de expectativas de inflação elevadas", escreveram os pesquisadores.

Os preços ao consumidor dos EUA têm subido no ritmo mais rápido em quase quatro décadas por causa de problemas nas cadeias de suprimentos e de outros impactos relacionados à pandemia de Covid-19.

A inflação elevada tem consumido os aumentos salariais e elevado as expectativas de que o Fed começará a aumentar a taxa de juros já em março e a encolher seu balanço ainda este ano.

Entrevistados disseram, em dezembro, esperar que os gastos mensais das famílias cresçam em média 4,6% no próximo ano, ante 4,2% em agosto. Espera-se que os gastos com itens essenciais do dia a dia subam mais substancialmente, a 5,4% no próximo ano, segundo a mediana das expectativas.

Consumidores estão se tornando mais conservadores com suas despesas, mostrou a pesquisa. Os gastos com itens não essenciais, incluindo hobbies, férias e outras atividades de lazer, devem aumentar mais lentamente no próximo ano, com um crescimento médio de 2,5% em dezembro, ante 2,6% em agosto.

A parcela de famílias que fizeram grandes compras nos quatro meses anteriores caiu para 58,1% em dezembro, ante 62,6% em agosto, mas ainda ficou acima do nível de dezembro de 2020 de 54,6%.

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