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Consumidor nos EUA planeja comprar mais de minoria e loja local

Jordyn Holman
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A polarização nos EUA está alcançando o mundo do varejo, com três quartos dos consumidores dizendo que planejam fazer compras em empresas cujos valores se alinham aos seus, mostra o estudo Mastercard SpendingPulse.

Os consumidores dizem que preferem gastar em estabelecimentos locais e em propriedades de minorias e mulheres, de acordo com a pesquisa. E pouco mais da metade dos entrevistados disseram que prefeririam nenhum presente a receber algo de um varejista cujas opiniões diferem das suas.

O estudo indica que a rápida mudança nos hábitos de compra, alimentada em parte pela pandemia e pela agitação relacionada à desigualdade racial, tem poder de permanência. Embora não seja incomum que as gerações mais jovens de consumidores façam declarações políticas relacionadas às suas compras, essa tendência agora está se ampliando para novas parcelas demográficas, de acordo com Steve Sadove, consultor sênior da Mastercard e ex-CEO da Saks.

“Black Lives Matter é certamente uma parte disso, mas acho que é certamente muito mais amplo”, disse ele em entrevista. Ele listou as mudanças climáticas e a mobilidade ascendente como questões que também pesam muito, e disse que os consumidores “estão pensando sobre o papel das compras em suas vidas”.

É mais uma maneira pela qual os gastos do consumidor mudaram este ano. A pandemia também ajudou a impulsionar a migração pré-Covid dos compradores para o comércio eletrônico.

Embora os participantes do estudo tenham dado detalhes sobre seus planos de gastos, isso não significa que os consumidores necessariamente farão o mesmo quando chegar a hora de abrir suas carteiras, disse Sadove. Esta é a primeira vez que a Mastercard SpendingPulse pergunta sobre essas questões.

Além disso, quase dois terços dos pesquisados planejam usar lojas que possuem opções de pagamento sem contato. Pouco mais da metade disseram que pretendem enviar mais presentes este ano para se manterem socialmente distantes.

A pesquisa foi realizada online com 2.017 residentes dos Estados Unidos de 8 a 13 de outubro.

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