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Construtora Rossi pede recuperação judicial

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Rossi Residencial anunciou ao mercado nesta segunda (19) que entrou com um pedido de recuperação judicial. Desde 2017, a construtora tenta quitar dívidas, que somam quase R$ 600 milhões, e retomar o fluxo de caixa.

"O pedido de recuperação judicial representa uma etapa fundamental no processo de equacionamento econômico-financeiro do Grupo Rossi, iniciado em dezembro de 2017, com a reestruturação de dívidas corporativas contratadas junto a instituições financeiras", afirmou a empresa em fato relevante.

O pedido foi ajuizado na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo e expõe a crise de longa data que já fez a Rossi emitir mais de dez fatos relevantes em cerca de um ano com esclarecimentos sobre pedido de falência. Neles, no geral, afirma que "a companhia ainda não foi citada e, tão logo o seja, apresentará no prazo legal sua defesa".

A Rossi acumula dívida líquida de R$ 594,5 milhões e, na Bolsa, vê suas ações perderem metade do valor.

Entre os credores há funcionários, empresas de engenharia e instituições financeiras.

No balanço do segundo trimestre, último dado público disponível, a Rossi afirmou que tinha uma posição de caixa de R$ 4,4 milhões.

A Rossi Residencial faz parte do Grupo Rossi, fundado em 1913. Entre os projetos da marca estão o Elevado Arthur da Costa e Silva (conhecido como Minhocão) e a Praça Roosevelt, em São Paulo; o Elevado do Joá, no Rio de Janeiro; Itaipu; a Estrada de Ferro Carajás; as hidrelétricas de Tucuruí, no rio Tocantins, PA, e de Palmar, no Uruguai e o trecho de metrô entre as estações Santa Cruz e Praça da Árvore na capital paulista.