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Construção civil tem a maior geração de vagas e os piores salários

·2 minuto de leitura
Foto: Getty Images.
Foto: Getty Images.
  • Dados da Pnad Contínua demonstram que, em um ano, setor da construção civil teve crescimento na população ocupada;

  • Contudo, a renda média desses trabalhadores teve queda de 14,8 no mesmo período;

  • O rendimento médio do grupo caiu de R$ 2.087 para R$ 1.778 entre o segundo trimestre do ano passado e o deste.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) mostram que, em um ano, a construção civil teve crescimento de 19,6% na população ocupada do Brasil. Porém, a renda média dos trabalhadores na área teve queda de 14,8% no mesmo período.

Para os analistas, a oposição de resultados dos indicadores manifesta, sobretudo, a volta de profissionais informais ao mercado. Ainda que o retorno desses trabalhadores ao setor aumente a quantidade de pessoas ocupadas, o efeito colateral se dá no retrocesso do rendimento médio, devido aos salários serem inferiores.

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Em 2020, no segundo trimestre, quando a Covid-19 gerou uma série de restrições à economia, a quantidade de trabalhadores empregados no setor de construção civil era de 5,3 milhões.

No segundo trimestre de 2021, com o crescimento de 19,6%, o grupo chegou a 6,4 milhões. Portanto, no período de um ano, 1 milhão de pessoas entraram no setor. Ainda sim, a quantidade é inferior ao contingente da pré-pandemia.

A alta porcentagem é, relativamente, a maior entre as dez atividades contempladas pela pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já o rendimento médio dos trabalhadores caiu de R$ 2.087 para R$ 1.778 entre o segundo semestre do ano passado e o deste.

O valor de R$ 1.778 é o menor da série histórica, com dados desde 2012. Ou seja, uma retração de 14,8% e a maior no meio das dez atividades contempladas na pesquisa.

As informações são da Folha de São Paulo.

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