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Consignado do Auxílio Brasil sai nesta semana, diz ministro

***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 08.09.2022 - O ministro da Economia, Paulo Guedes. (Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 08.09.2022 - O ministro da Economia, Paulo Guedes. (Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress)

SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - A contratação de empréstimos consignados por beneficiários do Auxílio Brasil será liberada nesta semana, disse nesta segunda-feira (26) o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento.

A liberação acontece às vésperas do primeiro turno da eleição presidencial, que será realizada no domingo (2). O presidente Jair Bolsonaro (PL), em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, disputa a reeleição.

"Essa semana vai estar disponível para as famílias beneficiárias do Auxílio Brasil mais essa ferramenta de superação de pobreza, porque vai ter um empréstimo dentro de uma taxa de juros justa para que a gente consiga dar ferramentas para a gente sair da situação de pobreza", afirmou o ministro.

As declarações foram dadas em encontro com empresários em Salvador, evento organizado pelo Fórum Empresarial da Bahia, que reúne a Federação das Indústrias do Estado da Bahia e outras entidades empresariais. O ministro da economia, Paulo Guedes, também participou da reunião.

Em entrevista a jornalistas, o ministro Ronaldo Bento não informou sobre qual dia a contratação dos empréstimos será liberada e não deu detalhes sobre as taxas que serão cobradas nas operações bancárias.

O ministro foi questionado sobre o enfrentamento à fome no país e questionou os dados que apontam o avanço do número de pessoas em situação de insegurança alimentar grave no país.

"A fome é enfrentada, sim, com ferramentas. [...] É um ponto que está sendo analisado e está sendo enfrentado de frente, sem nenhum tipo de narrativa política, de se chutar números", afirmou.

Com a declaração, o ministro repetiu Guedes, que na semana passada questionou os dados do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, que aponta a existência de 33,1 milhões de pessoas vivendo em situação de insegurança alimentar grave.

De acordo com o ministro Ronaldo Bento, o país possui 17 milhões de famílias em situação de pobreza extrema que são atendidas pelo Auxílio Brasil.

"Não há ninguém na fila, ou seja, não há nenhuma família brasileira hoje, regulamente cadastrado no Cadastro Único, sem receber o Auxílio Brasil de no mínimo R$ 600", afirmou.

O reajuste do Auxílio Brasil e a possibilidade de contratação de empréstimos pelos beneficiários são apostas do presidente Jair Bolsonaro para ganhar tração no eleitorado de baixa renda.

A estratégia, contudo, não tem surtido efeito. Segundo pesquisa Datafolha feita de 20 a 22 de setembro, 55% dos eleitores que recebem o benefício afirmam que a situação econômica do país piorou nos últimos meses.

Mais vulneráveis às altas acumuladas de preços de alimentos e do custo de vida, nesse grupo apenas 21% dizem ter percebido uma melhora do país, e 23% não notaram mudanças.