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‘Consenso’ sobre emergentes é sinal de alerta, diz Mackenzie

(Bloomberg) -- Comprar dívida de mercados emergentes virou “consenso” e isso pode ser um sinal de alerta, segundo Konstantin Boehmer, co-chefe de renda fixa da Mackenzie Investments em Toronto.

Um índice de dívida pública em moedas locais de países em desenvolvimento já deu um retorno de 3,76% até agora este ano, em comparação com 2,37% para um indicador de títulos do Tesouro americano. Isso depois de desempenho superior em mais de quatro pontos percentuais da dívida de mercados emergentes em relação aos Treasuries em 2022.

“Gostamos de dívida local de mercados emergentes, mas talvez uma ressalva seja que não somos os únicos”, disse Boehmer em entrevista. “Tem muita gente que gosta de mercados emergentes no momento, o que é sempre um sinal de alerta, porque se for um consenso, quanto dinheiro você ainda pode ganhar com essa aposta? Mas acho que ainda rende mais um pouco.”

O real e o peso mexicano estão entre as cinco moedas de mercados emergentes, de um grupo de 23, que se fortaleceram em relação ao dólar em 2022. Até agora este ano, 18 moedas do grupo registram retornos positivos em relação ao dólar, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Brasil e México estão entre as nações cujas autoridades monetárias saíram à frente de bancos centrais das economias avançadas ao apertarem as condições monetárias para desacelerar a inflação e conter uma derrocada de ativos de risco em meio a preocupações de recessão.

Por outro lado, o dólar tem perdido seu apelo de ativo de refúgio.

“Os mercados emergentes parecem estar em alta no momento, e isso porque o dólar está mais fraco”, disse Boehmer, que acrescentou dívidas de países como México e Brasil aos fundos de renda fixa da Mackenzie. Em 2022, “vimos essa alta maciça do dólar e isso não destruiu os mercados emergentes. E agora que vemos o dólar recuando, esse é um ambiente muito bom para os mercados emergentes em geral”.

--Com a colaboração de Sydney Maki.

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