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Conselho do FMI decide futuro de diretora-gerente

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O conselho executivo do Fundo Monetário Internacional planeja deliberar na segunda-feira sobre o destino de Kristalina Georgieva, após reunião no domingo com a diretora-gerente e o escritório de advocacia que alega supostas práticas irregulares quando Georgieva atuava no Banco Mundial, segundo uma pessoa a par das negociações.

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O conselho, com 24 diretores que representam os 190 países membros do Fundo, busca concluir sua revisão enquanto o FMI e o Banco Mundial iniciam reuniões anuais - quando ministros das Finanças e bancos centrais do mundo todo se encontram em Washington a partir de segunda-feira, com dezenas de eventos planejados.

A reunião do conselho com o escritório de advocacia WilmerHale durou várias horas na tarde de domingo, disse a pessoa sob condição de anonimato.

“O conselho fez progressos significativos hoje em sua avaliação, com o objetivo de concluir muito em breve sua consideração sobre o assunto”, disse o porta-voz do FMI, Gerry Rice, em comunicado no domingo, confirmando que o conselho se reuniu com a empresa e com Georgieva.

Uma autoridade do Ministério das Finanças francês disse que a revisão do escritório de advocacia não forneceu detalhes sobre elementos precisos para questionar a conduta de Georgieva diretamente, razão pela qual a França a apoiou.

O representante disse que a França deseja que uma decisão sobre o futuro da diretora-gerente do FMI seja tomada em breve.

O conselho também se reuniu com a WilmerHale e Georgieva na semana passada. Os membros avaliam uma auditoria realizada pelo escritório de advocacia a pedido do Banco Mundial, com base em uma revisão de 80 mil documentos e mais de 30 entrevistas. A investigação acusa Georgieva de pressionar a equipe a manipular dados da China no relatório anual “Doing Business” com o objetivo de beneficiar o país asiático, quando ela comandava a instituição. Georgieva, que assumiu o comando do FMI em 2019, nega qualquer irregularidade.

Na semana passada, funcionários do Departamento do Tesouro debatiam se os EUA, o maior acionista do FMI, deveriam pedir a renúncia de Georgieva, segundo informações da Bloomberg na quarta-feira, citando pessoas a par da situação.

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