Mercado fechado
  • BOVESPA

    122.038,11
    +2.117,50 (+1,77%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.249,02
    +314,11 (+0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,82
    +0,11 (+0,17%)
     
  • OURO

    1.832,00
    +16,30 (+0,90%)
     
  • BTC-USD

    58.369,79
    +156,11 (+0,27%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.480,07
    +44,28 (+3,08%)
     
  • S&P500

    4.232,60
    +30,98 (+0,74%)
     
  • DOW JONES

    34.777,76
    +229,23 (+0,66%)
     
  • FTSE

    7.129,71
    +53,54 (+0,76%)
     
  • HANG SENG

    28.610,65
    -26,81 (-0,09%)
     
  • NIKKEI

    29.357,82
    +26,45 (+0,09%)
     
  • NASDAQ

    13.715,50
    +117,75 (+0,87%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3651
    -0,0015 (-0,02%)
     

Consórcio da Ecorodovias vence leilão da BR-153/414/080

Aluisio Alves
·1 minuto de leitura
Vista de leilão ocorrido na B3 em 2017

Por Aluisio Alves

SÃO PAULO (Reuters) - O consórcio ECO-153, formado pela Ecorodovias e e pela GLPX, venceu nesta quinta-feira na B3 o leilão de concessão da BR-153/414/080/TO/GO, com proposta de outorga de 320 milhões de reais.

O Ministério da Infraestrutura emitiu nota após o leilão explicando que no total, o consórcio vencedor vai investir 1,26 bilhão na rodovia, uma vez que investirá 960 milhões de reais numa conta vinculada que deverá ser usada em obras no Tocantins.

A concessão é válida por 35 anos, prorrogáveis por mais cinco anos. O leilão usou o modelo híbrido, oferta de menor valor de tarifa de pedágio e o maior valor de outorga.

A Ecorodovias venceu a rival CCR, que ofereceu pelo trecho uma outorga de 117 milhões de reais. Ambas haviam ofertado cobrar 0,10128 real por quilômetro de pedágio, deságio de 16,25% em relação ao valor definido no edital.

Após o resultado, a ação da Ecorodovias subia 4,4%, enquanto a da CCR tinha alta de 0,6%.

O consórcio vencedor será responsável pela infraestrutura, recuperação, conservação, operação e implantação de melhorias e ampliação de capacidade das rodovias. O projeto prevê aporte de 14 bilhões de reais entre investimentos e custos operacionais durante o período da concessão.

O trecho concedido de 850,7 quilômetros liga os municípios de Anápolis (GO) e Aliança do Tocantins (TO). A concessão prevê a duplicação obrigatória de 623,3 quilômetros, sendo 349,2 quilômetros do 3º ao 10º ano, e outros 274,1 quilômetros entre o 19º e o 25º ano.