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Conheça Patrik Schick, a sensação da Eurocopa que tem Beckham como inspiração e é comparado a ídolo nacional

·4 minuto de leitura

A Eurocopa não é chamada de Copa do Mundo sem Brasil e Argentina à toa. Muito pela presença de craques como Cristiano Ronaldo, Christian Eriksen ou Kylian Mbappé. Mas um em especial tem chamado a atenção e está fora do radar dos torcedores: Patrik Schick, da República Tcheca, eleito duas vezes para a seleção da rodada do GLOBO e autor de um golaço de 51 metros de distância, a maior da história do torneio.

Nesta terça-feira, às 16h (de Brasília), Schick terá mais uma chance de surpreender a todos: a República Tcheca, líder do Grupo D, enfrenta a Inglaterra com a missão de classificar para as oitavas de final. O adversário britânico carrega memórias afetivas para o artilheiro tcheco, que tem o seu histórico de vida e carreira ligado a um ídolo do país.

É possível que Schick jogue diante de seu maior ídolo nesta terça-feira. Quando criança, o atacante se inspirava em David Beckham e gostava de imitar seus movimentos e estilo de jogo. Ao lado de sua irmã, Kristyna, costumava usar a camisa da Inglaterra e do Manchester United com o nome do craque nas costas para jogar bola.

Beckham esteve nas tribunas do Estádio de Wembley nos dois jogos anteriores da Inglaterra e a tendência é que esteja presente. Schick já concedeu entrevistas falando que é fã do inglês e iniciou a carreira querendo ser meio-campista. Porém, o sucesso nos torneios juvenis locais mostraram que era melhor que se tornasse atacante. Ao menos, se especializou em cobranças de falta, uma marca do ídolo.

Comparação com Koller

Mergulhar no futebol como hobby foi uma decisão inesperada para a família de Schick. A maioria dos membros esteve ligado por gerações a empresas de comércio na cidade de Praga, em especial a confecção de bolos e doces. A renda para o atacante ir a treinos e jogos era obtida desta forma, muito por causa dos seus pais. A decisão de não se tornar empresário se mostra acertada nas comparações que recebe.

Schick tem 1,87 m de altura, boa presença de área, poder de finalização e cabeceio. Por isso, é comparado a Jan Koller, ídolo da República Tcheca e do Borussia Dortmund. O gigante de 2,02 metros atuou cinco temporadas com a camisa do time aurinegro e em sua melhor temporada marcou 22 gols.

Pela República Tcheca, enquanto Schick tem 13 gols em 27 partidas, Koller tem 55 tentos em 91 partidas, além de ter participado de uma Copa do Mundo.

A carreira

Schick iniciou carreira na base do Sparta Praga e, após poucos jogos no profissional, foi emprestado ao Bohemians Praga. No retorno, chamou atenção do país após uma temporada de sucesso com 22 tentos anotados. Foi o suficiente para atrair o interesse da Sampdoria, que pagou 4 milhõees de euros para contratar a promessa.

Na Itália, Schick correspondeu as expectativas ao marcar 13 gols em 35 partidas e atrair o interesse de gigantes. Pavel Nedved, então dirigente da Juventus, foi um dos que o elogiou publicamente. Porém, o atacante acertaria com a Roma.

"Patrik teve uma temporada maravilhosa. Schick tem um ótimo futuro à sua frente. Agora ele não tem muito músculo, mas você pode imaginálo em dois ou três anos. Ele me lembra Zlatan Ibrahimovic, porque ele era assim quando veio para a Juve. Schick é esse tipo de atacante, pernas grandes e rápidas", disse o ex-meia ao "Denik".

Na Roma, porém, não repetiu o sucesso. Muitas lesões e problemas com treinadores — além da concorrência do bósnia Edin Dzeko — o fizeram marcar apenas dois gols em duas temporadas e deixar o clube para acertar com o RB Leipzig.

Sob comando de Julian Nagelsmann, Patrik Schick retomou os bons números: foram 10 gols em 22 partidas e a temporada lhe rendeu uma transferência na última temporada para o Bayer Leverkusen.

"Trouxemos um centroavante que já demonstrou suas qualidades de goleador de forma impressionante e consistente tanto na Serie A quanto na Bundesliga. A penetração e a força de Patrik na finalização serão boas para o nosso ataque", disse o dirigente Rudi Voller na chegada do atleta.

O camisa 14 do clube alemão tornou-se titular após a saída de Kevin Volland e em 2020/2021 teve seu melhor ano em número de gols: 13 em 36 partidas.

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