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Conheça o drone das Forças Armadas capaz de lançar mísseis e explosivos

As Forças Aérea Brasileira recebeu recentemente os primeiros aviões Gripen F-39, um dos caças mais modernos do mundo. Agora, o Exército também tem em mãos uma arma poderosa e atual. Estamos falando dos UAVs, veículos aéreos não-tripulados, popularmente chamados de drones.

O modelo escolhido pelo Exército do Brasil é o Nauru 1000C, que já está presente no arsenal desde março de 2022, mas apenas para missões de reconhecimento, vigilância ou transporte de produtos leves. O Nauru 1000C é imponente: tem 7,7 metros de envergadura, 1 metro de altura e 2,9 metros de comprimento, além de poder carregar até 18 quilos de carga.

Drone terá capacidade de levar mísseis e explosivos (Imagem: Divulgação/XMobots)
Drone terá capacidade de levar mísseis e explosivos (Imagem: Divulgação/XMobots)

Futuramente, ele poderá usar sua capacidade de atingir velocidades de até 110 km/h, ficar no ar por quase 10 horas sem reabastecimento e se distanciar até 60 quilômetros da base para missões ainda mais ousadas. Graças a uma parceria firmada com a XMobots, empresa localizada no interior paulista, os Nauru 1000C ficarão bem mais “letais”. Literalmente.

A XMbots e a MDBA, empresa europeia fabricante de armamentos, se juntaram para equipar os drones com mísseis do tipo Enforcer. Esse armamento é um sistema de armas leves guiadas que pesa aproximadamente 7 quilos e tem a capacidade de atingir alvos protegidos, em movimento e até ligeiramente blindados.

“Um ponto relevante é o fato de o Enforcer ser o primeiro míssil a ser integrado a um drone brasileiro, o que resultará em uma disrupção tecnológica no mercado de drones armados de baixo custo, já que os mísseis RPAS Nauru 1000C e Enforcer são significativamente pequenos e leves, e ambos apresentam melhor relação custo-benefício”, explicou Giovani Amianti, CEO da XMobots.

Parceria poderosa

Segundo o executivo da XMobots, a parceria com a MBDA consolida a capacidade tecnológica da empresa e coloca o Brasil em um grupo diferenciado de países que desenvolvem e produzem drones armados.

A MBDA, para quem não conhece, é o único grupo de defesa europeu que projeta e produz mísseis e sistemas de mísseis que correspondem a toda a gama de necessidades operacionais das três Forças Armadas (terrestre, naval e aérea).

Nauru 1000C ganhará versão armada para o Exército do Brasil (Imagem: Reprodução/XMobots)
Nauru 1000C ganhará versão armada para o Exército do Brasil (Imagem: Reprodução/XMobots)

A empresa já fornece às Forças Armadas Brasileiras mísseis de defesa aérea de curto alcance Mistral, além das versões existentes do míssil antinavio Exocet e dos sistemas de defesa aérea Sea Cepto.

Patrick de La Revelière, vice-presidente da MBDA para a América Latina, também comentou a parceria que equipará os drones do Exército brasileiro com mísseis:

“A MBDA continuará fortalecendo nossos laços com organizações brasileiras para criar tecnologias de primeira classe para as Forças Armadas Brasileiras, após projetos anteriores de transferência de tecnologia bem-sucedidos no Brasil. Estamos ansiosos para trabalhar com a XMobots”.

Fonte: Canaltech

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