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Conheça a mansão de R$ 11,9 milhões do cantor Eduardo Costa que está envolvida na denúncia de estelionato

·2 min de leitura

O cantor Eduardo Costa colocou à venda a mansão que recebeu na transação imobiliária que lhe rendeu uma acusação de estelionato. O artista foi denunciado na última quinta-feira pela 12ª Promotoria de Belo Horizonte por ter pago este imóvel (situado na Pampulha, na capital mineira) com uma outra casa (em Escarpas do Lago, na cidade do Capitólio), mas omitido as pendências judiciais desta última durante a negociação.

Enquanto o cantor tenta se desfazer do imóvel na Pampulha, os proprietários da mansão em Capitólio tem lidado dívidas de impostos, ação de reintegração de posse e pedidos de demolição de uma parte edificada sobre uma área proibida.

A mansão da Pampulha custou R$ 9 milhões. E agora está à venda, pelo cantor, por R$ 11,9 milhões. A propriedade conta com atributos luxuosos, como três cozinhas, duas copas, escritório, dependências de empregada, adega, bar, churrasqueira, lareira, piscina, deck, sauna, home theater, jardim de inverno e vista panorâmica.

O artista pretende vender o imóvel mobiliado, e algumas peças chamam a atenção: esculturas de panteras espalhadas pela casa, sendo elas brancas, douradas e negras. Uma delas fica à beira da piscina e parece estar bebendo água.

Denunciado por estelionato

Segundo Arnaldo Soares Alves, advogado das vítimas, a casa de Escarpas do Lago, no Capitólio, oferecida como parte do pagamento na compra da casa na Pampulha não está registrada em cartório, informação que foi omitida pelo artista durante a negociação. Por este motivo, o Ministério Público de Minas Gerais fez a denúncia por estelionato.

- Não foi recolhido INPS da casa, não está averbada na prefeitura para fins de IPTU, não está regularizada na prefeitura, nada disso existe - disse o advogado ao GLOBO.

De acordo com a defesa, o contrato da compra da mansão foi redigido pelos advogados de Eduardo Costa, e nele consta que o imóvel ofertado estava livre e desembaraçado de ônus.

- O cantor admitiu durante audiência que o contrato foi redigido pelos advogados dele e que constava no documento que o imóvel não tinha pendências judiciais. Os clientes não tiveram acesso à discussão desta cláusula. A escritura do imóvel deveria ter sido passada em 120 dias e o casal descobriu, depois deste prazo, que a casa estava em ação de reintegração de posse, e as ações pediam a demolição de boa parte do imóvel - explicou o advogado.

Uma piscina, academia, cozinha e quarto foram construídos na área irregular, afirma o advogado.

- Como ele edificou no terreno abaixo da Cota 769, ele foi alvo de uma ação por Furnas em 2012 e 2013, antes da negociação [de compra e venda do imóvel, que ocorreu em 2015]. Ele ocultou essas informações. Há duas ações contra ele pedindo demolição de parte daquele imóvel, e como ele obteve vantagem ilícita para si, configura estelionato. Na época, eu propus uma ação visando a nulidade dessa cláusula [que afirma que o terreno não possui pendências jurídicas].

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