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Conheça Leo Borges, o paulistano que faz croquis para Anitta e IZA

·2 minuto de leitura

Aos 14 anos, o paulistano Leo Borges teve seu primeiro contato com um croqui. O desenho havia sido feito por um amigo francês de sua melhor amiga. Naquele momento, ele caiu de amores pela arte e se lembrou da infância, quando “rabiscava” super-heroínas e perdia um tempão pensando no figurino. Hoje, aos 31, a brincadeira inocente se transformou em coisa séria — e em seu ganha-pão.

“Meu trabalho é fazer croqui. Já colaborei com Anitta, IZA, Ivete Sangalo, Deborah Secco e outros grandes nomes da nossa cultura pop”, observa Leo, que chegou a bater cartão na companhia aérea Gol antes de trilhar caminho na indústria da moda. “Nesses movimentos da vida, virei comissário de bordo. Fiquei apenas um ano. Acabei demitido, mas feliz que poderia me dedicar à minha verdadeira paixão.”

Entrou, então, para o time de criação de um ateliê na capital de São Paulo. Seu debute aconteceu em 2012, ao desenhar os bordados do vestido que a top mineira Barbara Fialho usou no pink carpet da festa da Victoria’s Secret. “O stylist da Britney Spears viu o look e pediu a peça para a cantora aparecer num evento, em Los Angeles. Foi a realização de um sonho”, recorda. “Nesse período, eu ainda era autodidata e tive a chance de desenvolver minhas habilidades técnicas e aprender sobre a história da moda com meus colegas e superiores. Mas eu queria mais.”

Aos 26, matriculou-se no Istituto Europeo di Design (IED), de São Paulo. “E, novamente, fui demitido. Não consegui conciliar os estudos com as obrigações do ateliê. Passei a fazer parcerias com outros estilistas. Minha maior incentivadora foi a Michelly X. Ela me passava o briefing e eu fazia os croquis. Também faço esse trabalho de criação. Recebo o moodboard de stylists de celebridades, e desenho. Mas minha assinatura nunca sai na roupa, já que é sempre encomenda de uma terceira pessoa. Sou um ghost designer, e isso não machuca meu ego. O importante é me pagarem bem.”

Leo, no entanto, não esconde a vontade de lançar uma marca própria. “Seria algo avant-garde, com inspiração nas obras de Alexander McQueen, Jean Paul Gaultier e John Galliano.”

Mal podemos esperar.

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