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Conheça a artista plástica Ana Claudia Almeida

·2 minuto de leitura

Desde bem pequena, a artista plástica Ana Claudia Almeida, de 27 anos, sente um encantamento ao observar uma tela. Lembra dos passeios que fazia com a mãe aos museus e galerias e também da primeira resposta que deu à pergunta “o que você quer ser quando crescer?”. “Eu tinha 6 anos e já respondi que seria pintora. Mas na faculdade, optei por fazer Design. Naquele momento, não via as artes plásticas como uma opção de profissão”, conta ela, hoje um nome em ascensão entre galeristas. “Cursei a Esdi, da Uerj, e fiz um período na Virginia Commonwealth University, nos Estados Unidos. Foi lá que tive a minha primeira aula de artes”.

A agenda de exposições deste ano é longa. Ela está com a individual “Buracos, crateras e abraços”, na galeria Quadra, no Leblon, tem três obras na exposição coletiva “Electric Dreams”, na Nara Roesler, em Ipanema, no segundo semestre vai montar o projeto site especific na Piscina do espaço Auroras, em São Paulo, e acaba de ter um trabalho incluído no acervo do Museu de Arte do Rio.

Antes disso, já participou de residências na Pivô, em São Paulo, no Centro Cultural Hélio Oiticica, no Rio, foi indicada ao Prêmio Pipa em 2020 e criou o coletivo Trovoa. Em setembro, participará de uma exposição em Bruxelas. “Fui impactada pela potência de sua produção artística. Seus desenhos e pinturas têm uma qualidade visceral, na qual o contraste das cores e da matéria tornam a superfície uma contadora de história. As suas paisagens parecem estar em movimento”, comenta a galerista Marcela Setton, da Quadra.

Carioca de Realengo, ela produz todo esse volume de arte em seu ateliê em Irajá. Por lá, foca em trabalhos de pintura e desenho e mergulha sobre investigações de materiais. Ela adora perder o domínio do processo. Usa resinas acrílicas no verso da tela, gruda plásticos para depois descolar, deixa uma pintura na chuva, recorta o tecido para não ficar presa ao formato retangular.

“Crio situações que deixam o resultado imprevisível. Uso vídeos aquáticos como inspiração. De rios a valões, como os que há atrás da minha casa. O movimento é muito importante, crio uma pintura que faz o olho percorrer um caminho, como se fosse uma dança estática”, explica. Lembra daqueles passeios com a mãe pelos museus? Não foram só os olhos de Ana que se abriram ali. Hoje, sua mãe cursa História da Arte, na Uerj. Família de artistas.

“O movimento é muito importante, crio uma pintura que faz o olho percorrer um caminho, como se fosse uma dança estática”

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