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Congresso Mundial de Arquitetos termina com a proposta de um novo modelo de cidade pós-pandemia

·2 minuto de leitura

O 27º Congresso Mundial de Arquitetos (UIA2021RIO), realizado no Rio, terminou nesta quinta-feira com a produção de um manifesto, batizado como "Carta Rio", que defende um novo modelo de cidade pós-pandemia. O documento é referendado por arquitetos de todos os continentes e pede para que governantes repensem o modelo de cidade atual.

A aposta dos arquitetos é que o documento tenha a mesma força da conhecida “Carta de Atenas”, peça modernista publicada depois do congresso de arquitetos da capital grega, em 1933, que influenciou decisivamente no desenvolvimento das cidades europeias no pós-guerra e até a criação do Plano Diretor de Brasília, por Lúcio Costa.

A carta será entregue aos prefeitos de todas as capitais do Brasil pelo Congresso. Em seu texto, o documento pede para que as cidade invistam em políticas de diversidade e inclusão — o que inclui políticas de acesso de moradores de favelas e regiões periféricas às regiões centrais dos municípios, que devem ser "símbolos da cidadania, democracia e diversidade".

O contexto da pandemia da Covid-19 é ressaltado na Carta Rio, que recomenda investimentos em moradias com acesso a saneamento básico, transporte e segurança. A sustentabilidade e as preocupações com o meio ambiente também são lembradas no texto, que pede para que a expansão urbana seja "acompanhada de formas de mobilidade não poluidoras recuperem recursos hídricos e reduzam os efeitos das mudanças climáticas".

Pela primeira vez, Congresso foi 100% online

Pela primeira vez em sua história, o Congresso Mundial de Arquitetos foi realizado de maneira 100% online. A edição marcou um recorde de inscritos, com mais de 80 mil profissionais de 195 países participando dos debates.

Adiado do ano passado devido à pandemia, o evento se propôs a refletir e sugerir ideias para as cidades, fortemente afetadas pela crise do coronavírus. Transversalmente às diferentes pautas, dizem os organizadores, estava uma concepção em comum de que é preciso incluir mais vozes no debate sobre o futuro urbano do planeta.

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