Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.794,28
    -1.268,26 (-1,10%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.192,33
    +377,16 (+0,73%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,66
    +0,05 (+0,07%)
     
  • OURO

    1.753,10
    -3,60 (-0,20%)
     
  • BTC-USD

    47.621,44
    -472,18 (-0,98%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.209,85
    -23,43 (-1,90%)
     
  • S&P500

    4.473,75
    -6,95 (-0,16%)
     
  • DOW JONES

    34.751,32
    -63,07 (-0,18%)
     
  • FTSE

    7.027,48
    +10,99 (+0,16%)
     
  • HANG SENG

    24.667,85
    -365,36 (-1,46%)
     
  • NIKKEI

    30.323,34
    -188,37 (-0,62%)
     
  • NASDAQ

    15.503,50
    -14,25 (-0,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2021
    +0,0061 (+0,10%)
     

Congresso dos EUA fica entre a cruz e a espada em relação a aumento de limite da dívida

·2 minuto de leitura

Por Richard Cowan

WASHINGTON (Reuters) - Democratas e republicanos dos Estados Unidos irão começar neste mês o que pode se tornar um monumental teste de coragem sobre o aumento do limite de endividamento do governo norte-americano, enquanto o Congresso busca evitar o que pode ser um histórico 'default' da dívida.

Líderes do Senado e da Câmara, ambas as casas comandadas pelos democratas, devem forçar uma votação para subir o limite de dívida para 28,4 trilhões de dólares no final de setembro. O limite foi tecnicamente rompido no dia 31 de julho mas está sendo contornado por medidas "extraordinárias" do Departamento do Tesouro.

Um fracasso pode levar a um potencialmente catastrófico descumprimento de obrigações de pagamento da dívida ou a um fechamento temporário de algumas operações federais. A inadimplência não tem precedentes, mas paralisações no governo já aconteceram três vezes na última década.

Acrescentando às pressões, os republicanos estão querendo sentar à margem e deixar que os democratas levem a culpa pela inadimplência que pode deixar os mercados financeiros no caos, entre outras coisas, ou assumem a responsabilidade total pelo que chamam de uma dívida federal fora de controle.

Os democratas detêm 50 votos no Senado, dez a menos do que os 60 necessários para a aprovação da maioria dos projetos, inclusive para o aumento de teto da dívida, que precisaria, portanto, da participação dos republicanos.

"Todos adotaram suas posturas e agora não há saída clara sobre de onde partirá o avanço", disse Shai Akabas, diretor de política econômica do instituto de pesquisa Bipartisan Policy Center, em Washington.

A falta de negociação deixa os políticos norte-americanos "presos entre a cruz, a espada e um terceiro objeto ainda a ser determinado", disse Akabas em entrevista.

O líder da maioria no Senado, Chuck Schumer, um democrata, e o líder republicano Mitch McConnell estabeleceram os contornos da batalha de setembro antes de saírem para o recesso de final de verão (no Hemisfério Norte).

"Eu não consigo acreditar que os republicanos nos deixarão ficar inadimplentes", disse Schumer a jornalistas. Ele apontou que os republicanos do Congresso elevavam rotineiramente o limite da dívida durante os anos de Donald Trump na Casa Branca.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos