Mercado abrirá em 3 h 5 min
  • BOVESPA

    106.858,87
    +1.789,18 (+1,70%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.605,56
    +8,27 (+0,02%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,85
    +1,36 (+1,96%)
     
  • OURO

    1.784,20
    +4,70 (+0,26%)
     
  • BTC-USD

    51.302,87
    +3.150,82 (+6,54%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.329,22
    +69,06 (+5,48%)
     
  • S&P500

    4.591,67
    +53,24 (+1,17%)
     
  • DOW JONES

    35.227,03
    +646,95 (+1,87%)
     
  • FTSE

    7.309,33
    +77,05 (+1,07%)
     
  • HANG SENG

    23.983,66
    +634,28 (+2,72%)
     
  • NIKKEI

    28.455,60
    +528,23 (+1,89%)
     
  • NASDAQ

    16.072,00
    +229,25 (+1,45%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4259
    +0,0023 (+0,04%)
     

Congresso americano aprova abertura de processo contra Bannon por desacato

·2 min de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou nesta quinta-feira (21) a abertura de processo criminal por desacato contra Steve Bannon, aliado do ex-presidente Donald Trump e nome importante da ultradireita global, influente também no Brasil por meio de figuras como Olavo de Carvalho e Eduardo Bolsonaro.

A decisão contou com 229 votos a favor --nove republicanos se juntaram à maioria democrata da Casa-- e 202 contra.

O processo envolve a invasão do Capitólio, sede do Legislativo americano, por apoiadores de Trump em 6 de janeiro. Bannon se recusou a prestar depoimento e a cumprir intimações de busca de documentos. Caberá agora ao Departamento de Justiça decidir se prosseguirá com a acusação criminal.

Estrategista da campanha de 2016 do republicano, Bannon afirma não ter colaborado com a investigação sob o argumento de que as comunicações de Trump são protegidas por privilégio executivo, que preserva a confidencialidade de certos registros da Casa Branca --posição que não é consenso entre especialistas.

Com base nessa justificativa, o ex-presidente busca uma liminar para não ter que apresentar documentos relacionados ao ataque. Na segunda (18), ele abriu uma ação judicial contra o comitê do Congresso que investiga o ataque ao Capitólio para tentar bloquear o acesso a cerca de 50 registros de decisões tomadas por ele e aliados durante o ataque de 6 de janeiro, duas semanas antes da posse de Joe Biden.

Nessa data, já na história americana como um dos maiores atentados contra a democracia do país, os congressistas estavam reunidos para certificar a vitória do democrata nas eleições presidenciais.

Quando ainda ocupava a Casa Branca, Trump usou o privilégio executivo em situações controversas. Em 2018, impediu que senadores tivessem acesso a mais de 100 mil páginas de registros da época em que o juiz Brett Kavanaugh, seu indicado para a Suprema Corte, trabalhava para o governo de George W. Bush.

Em outra ocasião, em 2019, vetou a entrega ao Congresso de um relatório que investigava a suspeita de que a Rússia teria interferido em seu favor na campanha eleitoral de 2016.

Pelo menos outras três figuras próximas a Trump estão sendo investigadas pelo comitê de deputados: Mark Meadows, que foi chefe de gabinete, Kash Patel, ex-assessor de Segurança Nacional, e Dan Scavino, diretor de mídia social da Casa Branca na gestão republicana.

Além de estremecer as bases das instituições democráticas dos EUA, a invasão do Capitólio, arquitetada por uma multidão de apoiadores insuflados pelo discurso falacioso de Trump acerca de uma suposta fraude nas eleições, deixou cinco mortos e feriu 140 policiais.

Desde então, mais de 600 pessoas enfrentam acusações criminais em decorrência das ações.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos