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Confiança na Indústria atinge maior nível desde janeiro de 2013, aponta FGV

·3 minutos de leitura

Em setembro, 18 dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança Bill Oxford/Unsplash O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 8,0 pontos em setembro, alcançando 106,7 pontos, o maior nível desde janeiro de 2013 (106,7 pontos). Esse resultado deixa a média do terceiro trimestre (98,4 pontos) 32,7 pontos acima da média do segundo trimestre (65,7 pontos). “A sondagem de setembro mostra o setor industrial satisfeito com o momento presente e moderadamente otimista em relação aos próximos três meses. Na opinião dos empresários, a demanda estaria satisfatória, o nível de estoques está confortável e haveria expectativa de aumento de produção e do quadro de pessoal no curtíssimo prazo. Esse resultado sugere que o pior da crise já foi superado e que o setor teria fôlego para continuar a apresentar resultados positivos no próximo trimestre. O nível mais baixo do indicador que mede o otimismo com a evolução do ambiente dos negócios nos seis meses seguintes, no entanto, evidencia a preocupação do setor com o ambiente de negócios a partir de 2021, uma cautela possivelmente motivada pela incerteza com relação aos rumos da economia após a retirada dos programas emergenciais do governo”, diz Renata de Mello Franco, economista da FGV, em comentário no relatório. Em setembro, 18 dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança. O resultado do mês reflete avaliações positivas em relação ao momento presente e em relação aos próximos três meses. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 9,5 pontos, para 107,3 pontos, o maior valor desde janeiro de 2013 (107,6 pontos). Por sua vez, o Índice de Expectativas (IE) cresceu 6,3 pontos, para 105,9 pontos, o maior desde abril de 2013 (107,2 pontos). O indicador que mede o grau de satisfação com o nível atual de demanda avançou 10,5 pontos, para 106,2 pontos, exercendo a maior influência positiva para o resultado do ISA. A parcela de empresas que o avaliam como forte aumentou de 19,0% para 20,6% e a proporção das que avaliam a demanda como fraca caiu de 30,4% para 18,8% do total. No mesmo sentido, os indicadores de estoques e situação atual dos negócios apresentaram melhora, com altas de 9,1 pontos e 7,9 pontos, para 108,1 pontos e 107,0 pontos, respectivamente. O indicador que mede o otimismo dos empresários com a evolução do ambiente de negócios nos seis meses seguintes apresentou a maior variação positiva entre os componentes do IE, passando de 88,8 pontos para 96,5 pontos, mas ainda abaixo do nível pré pandemia. Neste mês, a parcela de empresas que preveem melhora aumentou de 33,0% para 39,9%, enquanto a das que projetam piora caiu de 22,5% para 13,6%. Os indicadores de produção e emprego previstos para os próximos três meses também avançaram, com altas de 3,3 pontos e 7,5 pontos, para 111,1 pontos e 109,8 pontos, respectivamente. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) teve acréscimo de 2,9 pontos percentuais, de 75,3% para 78,2%, maior valor desde março de 2015 (78,4%). Com esse resultado, a média do terceiro trimestre (75,3%) ficou 13,9 pontos percentuais acima da média do segundo trimestre (61,4%).