Mercado abrirá em 5 h 39 min
  • BOVESPA

    119.646,40
    -989,99 (-0,82%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.125,71
    -369,70 (-0,81%)
     
  • PETROLEO CRU

    53,28
    +0,04 (+0,08%)
     
  • OURO

    1.874,10
    +7,60 (+0,41%)
     
  • BTC-USD

    34.646,10
    -16,52 (-0,05%)
     
  • CMC Crypto 200

    686,00
    +6,10 (+0,90%)
     
  • S&P500

    3.851,85
    +52,94 (+1,39%)
     
  • DOW JONES

    31.188,38
    +257,86 (+0,83%)
     
  • FTSE

    6.740,39
    +27,44 (+0,41%)
     
  • HANG SENG

    29.970,84
    +8,37 (+0,03%)
     
  • NIKKEI

    28.756,86
    +233,60 (+0,82%)
     
  • NASDAQ

    13.378,00
    +83,75 (+0,63%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4177
    +0,0097 (+0,15%)
     

Confiança da indústria no Brasil sobe pelo 8° mês em dezembro tem máxima desde 2010, diz FGV

·1 minuto de leitura
Fábrica de alúminio em Pindamonhangaba, SP

SÃO PAULO (Reuters) - A confiança da indústria no Brasil registrou sua oitava alta mensal consecutiva em dezembro, chegando ao maior patamar em mais de dez anos e meio, mantendo no final do ano uma tendência de recuperação iniciada no segundo trimestre, disse a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) teve alta de 1,8 ponto em dezembro, a 114,9 pontos, uma máxima desde maio de 2010, quando havia alcançado 116,1 pontos.

"Após atingir o fundo do poço em abril, a recuperação da confiança, impulsionada pelos Bens Intermediários, indica que o setor esteja em uma conjuntura favorável, com aceleração da demanda e estoques ainda em nível considerado baixo", avaliou em nota a economista da FGV-Ibre Renata de Mello Franco.

Segundo a FGV, o resultado de dezembro reflete tanto as melhores avaliações dos empresários em relação à situação atual quanto perspectivas mais otimistas para os próximos três e seis meses.

O Índice de Situação Atual (ISA) ganhou 1,7 ponto, a 119,9 pontos, máxima já registrada na série, enquanto o Índice de Expectativas (IE) subiu também, 1,7 ponto e foi a 109,6 pontos, seu maior patamar desde maio de 2011.

Entretanto, Franco destacou a tendência de desaceleração das taxas de crescimento tanto do momento atual quanto das perspectivas futuras.

"Apesar das expectativas em geral indicarem otimismo, a incerteza elevada, a falta de matérias primas, a elevação de preços e a cautela dos consumidores têm deixado os empresários cautelosos em relação ao segundo trimestre", disse ela.

(Por Luana Maria Benedito)