Mercado fechado
  • BOVESPA

    101.259,75
    -658,25 (-0,65%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.707,72
    +55,52 (+0,14%)
     
  • PETROLEO CRU

    39,78
    -0,07 (-0,18%)
     
  • OURO

    1.903,40
    -1,80 (-0,09%)
     
  • BTC-USD

    13.049,42
    +31,90 (+0,25%)
     
  • CMC Crypto 200

    260,05
    -1,40 (-0,54%)
     
  • S&P500

    3.465,39
    +11,90 (+0,34%)
     
  • DOW JONES

    28.335,57
    -28,13 (-0,10%)
     
  • FTSE

    5.860,28
    +74,63 (+1,29%)
     
  • HANG SENG

    24.918,78
    +132,68 (+0,54%)
     
  • NIKKEI

    23.516,59
    +42,29 (+0,18%)
     
  • NASDAQ

    11.669,25
    +5,75 (+0,05%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6630
    +0,0529 (+0,80%)
     

Confiança da indústria no Brasil deve saltar a máxima desde 2013 em setembro, diz FGV

Por Luana Maria Benedito
·1 minuto de leitura

Por Luana Maria Benedito

SÃO PAULO (Reuters) - A confiança da indústria brasileira deve avançar em setembro e registrar o nível mais alto em mais de sete anos devido a melhoras nas perspectivas dos empresários, disse a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira,

A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) de setembro sinaliza avanço de 7,2 pontos, a 105,9 pontos, resultado que, caso se confirme, seria o mais alto desde janeiro de 2013.

Segundo a FGV, "o crescimento da confiança nesta prévia decorre tanto da avaliação positiva dos empresários em relação ao presente quanto do otimismo para os próximos meses."

O Índice de Situação Atual teve alta de 8,9 pontos na prévia deste mês, a 106,7 pontos, enquanto o Índice de Expectativas avançou 5,5 pontos, a 105,1 pontos.

A melhora do sentimento em relação à indústria brasileira nos últimos meses foi resultado da flexibilização de medidas de combate ao coronavírus em importantes centros econômicos, como São Paulo.

Mas, apesar do relaxamento das restrições pela Covid-19, os casos domésticos da doença já somam mais de 4,5 milhões, com 136.895 mortes.