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Confiança da indústria no Brasil engata 6ª baixa seguida em janeiro, a mínima desde julho de 2020, diz FGV

·2 min de leitura
Fábrica de alumínio em Pindamonhangaba, SP

SÃO PAULO (Reuters) - A mais recente onda de Covid-19 elevou as incertezas e a confiança da indústria no Brasil começou 2022 em seu patamar mais baixo desde meados de 2020, engatando em janeiro o sexto declínio mensal consecutivo, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

Os dados mostraram que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) perdeu 1,7 ponto no mês, para 98,4 pontos, mínima desde julho de 2020 (89,8).

Em tendência de baixa desde agosto do ano passado, o ICI marcou em janeiro sua maior sequência de perdas desde 2014, quando foram registrados oito meses consecutivos de retração.

"O setor industrial inicia 2022 com queda disseminada da confiança entre os segmentos, pesando sobre esse resultado as incertezas em decorrência do aumento nos casos de Covid-19, que têm levado a reduções no quadro de funcionários e à ampliação das restrições em países que sentiram o recrudescimento da pandemia", explicou em nota a economista do FGV IBRE Claudia Perdigão.

"Nesse sentido, tanto as perspectivas sobre o ritmo da atividade produtiva quanto sobre a evolução da demanda foram comprometidas."

O Índice de Situação Atual (ISA), que mede o sentimento dos empresários sobre o momento presente do setor industrial, caiu 1,2 ponto em janeiro, a 99,8 pontos, mínima desde agosto de 2020 (97,8), segundo a FGV.

O Índice de Expectativas (IE), indicador da percepção sobre os próximos meses, cedeu 2,0 pontos, a 97,1 pontos, menor patamar desde abril de 2021 (96,9).

Apesar dos vários meses consecutivos de queda no indicador, "a redução gradual dos gargalos que vêm pressionando a indústria, como a escassez de insumos, pode colaborar para a recuperação do setor no decorrer de 2022", disse Perdigão.

No início desde mês, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que a produção industrial nacional teve em novembro queda de 0,2%, sexta baixa mensal seguida.

(Por Luana Maria Benedito)

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